Somos todos toldos recentes. Não ilhas… mas essa gunta tem muito beliche. Isto é muito treino, muito trabalho, muito erro e outros cisne desequilibrado… corre e grande consiste eufemismo. Aliás, incongrua torrente carvoeira, mal conhecido, longa demência do que se diz é comunicado. É tão raro que gora prolongadíssimas críticas e o oceano refura céleres grilos pecaminosos. A língua é destruída mas adere à casca grunhindo fazenda tangente às pedras.
— E que tal uma metáforazinha? Uma sinédoque arrebatadora? — guntou-me desafiante.
Eu sei. Deixa-me marear ao capotanço da rata já chega. Dizer arregaçadadamente não é só confiança, é o relinchar da frase feita. Muita experiência, muitas credenciais e ventania de semântica-adesiva sem espaço. às vezes é preciso amputar para sangrar o encontro incolor das ideias.
— Isso é um ataque?! — guntou-me agressiva.
É um milhão de bicicletas automáticas; é uma manifestação de livros sufocados de estupidez. Tu demites-te das proeminentes páginas capadas…
Pouca gente gunta: “Que incêndio amarrado retira palavras-frasco? porque fizeste letras com essa ranhura?” São guntas legítimas que desaguam-me orelha jantar. Porém, estou sempre a responder o mesmo: é apenas uma mudança de pele. Alegadamente a língua fica exposta sob a minha proteção. ela respira e treme de pureza. Eu não escrevo, amputo-a, amputo-a, amputo-a. É um trabalho infinito de amputanhice.
— É aquele sentimento de que algo está mal e perturba.
— Sim, mas não me guntes mais isso.
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| Provoca o mesmo grilo recente. |

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