segunda-feira, 2 de junho de 2025

ALGUMES

Poderei eu escrever sem ter nada para dizer? Alguma vez tentarei, mas não é hoje por força de muitos algumas, Tobias já mentiu tudo algumos e eu nada. O bradar áspera o seu socorro e agora é impossível argumentá-lo. 

Poderei eu escrever carpete, ou por alma minimizada a jus de algofónico, pra lá de mim a rastejar, nem sonhe apenas massa inerte de torneiras despojado? No sótão rapa-se factos. Nem desde pequenino desidrata retórica. Descrever a janela sem dizer algum mas, ou algo assim, quiçá gumes de sempre à cidade… mas os pássaros não levam essa alusão a sério. Poderei eu contra-sal? 

alguma sexta jorra? 

algo maria joga coitadito?  

alguma às vezes pré-pudera? 

mania dalgum vácuo? algoento-o? algorrisse?

Poderei eu varrer calado? Penduro-lhes o assobio e os lençois panejam. Até que arrasto o sumo e pioram.

Mastodalgo não alego no hall. Posso escrvr d’d ler e engeito o que logodigo, aliás, nadadigo escoltando as paredes. Bemdirei grávidas híbridas da falácia à dissência,  fosse verborreia daquela beiça mesmo citasse tagarela aflita com vasta prantação.

Foges e não sabes partir, nem saberias zurrar entre bárbaros. 

desencante-se a penetração mental. 

As portas estão fechadas, Não quero ouvir mais pontuação 

Desliga o aspirador e circulai bem nalgo limpíssimo.

Anda cá.

Vá.

Anda cá.

Há desalgos de nãodizer algumes por aqui.

Às vezes pré-pudera?





Sem comentários:

Enviar um comentário

A LAVRAR FRACASSOS NA ÚLTIMA TOALHA DE SEMPRE

  … os dias já sobram mesmo sem lupa e tenho a pergunta dum pé: Que mutilação inevitável salvará o mundo? A mão responde:  O Sol mandou-te a...