Poderei eu escrever carpete, ou por alma minimizada a jus de algofónico, pra lá de mim a rastejar, nem sonhe apenas massa inerte de torneiras despojado? No sótão rapa-se factos. Nem desde pequenino desidrata retórica. Descrever a janela sem dizer algum mas, ou algo assim, quiçá gumes de sempre à cidade… mas os pássaros não levam essa alusão a sério. Poderei eu contra-sal?
alguma sexta jorra?
algo maria joga coitadito?
alguma às vezes pré-pudera?
mania dalgum vácuo? algoento-o? algorrisse?
Poderei eu varrer calado? Penduro-lhes o assobio e os lençois panejam. Até que arrasto o sumo e pioram.
Mastodalgo não alego no hall. Posso escrvr d’d ler e engeito o que logodigo, aliás, nadadigo escoltando as paredes. Bemdirei grávidas híbridas da falácia à dissência, fosse verborreia daquela beiça mesmo citasse tagarela aflita com vasta prantação.
Foges e não sabes partir, nem saberias zurrar entre bárbaros.
desencante-se a penetração mental.
As portas estão fechadas, Não quero ouvir mais pontuação
Desliga o aspirador e circulai bem nalgo limpíssimo.
Anda cá.
Vá.
Anda cá.
Há desalgos de nãodizer algumes por aqui.

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