É dia e noite averno a introvertido espinho
e punta-se um para o fundo.
A mocidade num salto de semi-filhó foi a formalidade do vácuo.
Concreto nem quem vago.
nem cascavel, nem uiva vagueação de matreiro espacejado,
nem reassegurável unto,
nem olhos dum pontapé engomado jamaisiando na mesma jaula,
nem rape-os pra ter, pra ter
sem safa… nem roe esmagado.
Vem comigo.hoje.
sem dia sem noite
Eu salvo-te do plano dígrafo quando sai da boca desufocada
mais com calor feliz neste preferidor inventado por mim
Há uma sequência imperial de primaveras ocultas
onde cartitas hidratam sonhos de semi-maníaco
em que o mínimo dum alguidar para te beijar o Tejo
haja aquele aroma das laranjeiras
para te beijar o Douro
Hoje vira papoila a começar férias abissais.
revejo com primazia do amor no Sul
está tudo por explorar
está tudo por preferir
A velhice num salto diluente é a culminância maciça
Tu.eu.tenho.te.a.corrermos.por.colinas
muito viramos a gema da seara, chegaremos ao cume da eira
e as sardinhas deixam-me acordar
pois a eira acaba-nos ao vento,
é para isto que vivemos.
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| Um salto diluente de Carlotas ocultas |

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