quinta-feira, 29 de março de 2007

Soberbai palmarés à textura

(sobre a caótica do sexo de bar)

Elevado reclinada sobre a mesa ainda pelo menos morna. Ante libidinoso volveste caldeira de pólvora ao ver essa que despísseis sobre snooker. Há que desapertar por ventres espartano taco; puxa fruto; movida a onda imagina-te lá à luz proibida e ouve-me sobre o jazz tal como o pão se indesperdiça na língua encostada. Quando dás por esse copo de pianos que não tinha acabado nas mãos, meia horita assim, lambermos numa inconsolada e dá-me possessa mansa textura;
dei-me folga, tortura.





Há que desapertar por ventres espartano taco.

(uma versão às riscas para postais)

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