quinta-feira, 29 de março de 2007

Do aquário disto intenso

(mais uma caótica de amor)

Do aquário disto campo em fechada concha. Distais dum aguar-me à vela se medusas me abris enigma e distraíssem flutuado de águas infinito. Enquanto nadamos, paredes são casmurras de brando no mar nada. Dança comigo à vela da tua maresia mãe de vagas, imploro o lado oculto das nossas transparências, tainhas cadência penetram, que bate pânico de espuma ao império-respiração. Mas ainda não são todas as chuvas na música meditaríamos aos peixes, são já as brechas como elas deixam entrar-nos raios de sinos, intenso começo e beleza.

Me abriste enigma de intenso começo

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