sábado, 2 de maio de 2009

ALICATE NUNCA


Isto não é uma feira surrealista!
Portanto,
o Hugo não tem cabeça de caranguejo,
nem há braços cheios de répteis.
Neste humílimo espaço muito mentes abissais,
quando muito
um ombro franjado de túmulos numa mão muito aberta
isósceles a língua completamente calara
um objecto estranho na algibeira.

Hummm, um objecto estranho!

Entrai então
minha lábioquimia serrada
minha ponta na terra meu arsgrima…

Mas isto não é uma feira surrealista, repito,
sem um olhar um sem um Correio da Manhã
sem um…
com um com um
sem um
com um
com um Correio da Manhã
com um com um sem um com
Gang aperta mamilo de mulher com alicate

Claro que era preferível Hugo com cabeça de caranguejo,
como inventam os "surrealistas".
Aqui o mamilo dêem com línguas gang amariamos.
É tão raro,
tão raro o presente!

Entrai então minha lábioquimia serrada

sexta-feira, 1 de maio de 2009

O ABCESSOº NUNCA FIRA TOSHIBA


Foi agora foi mais que me foi explicação foi da gorda.
/e senta-se com a garganta/
A língua é uma doença.
A líguéma doêçnº
a linº u doéçº
aligº dº goéçº chocolªt
Foi agora abcesso foi quinto e nunca foi como fira cá Toshiba.

Um cura perto como sãs convertera
/e senta-se com a garganta/
serve de masca
só se conserve ver infecto do quinto termos de esperaria.

Pois temos!
Conta-lhe lá como foi a curto prazo.
Foi o ti Zé Carlos foi nunca mais que me foi caros foi do gordo.
/e senta-se com a garganta/
A língua é uma doêçnº
a linº u doéçº
algº dº goéçº chocolªt
a alngª u duçeº othibª

só se conserve ver infecto do quinto termos de esperaria

terça-feira, 28 de abril de 2009

ARQUIVE ANÁLOGOS SIS


Dossier - 1
O pavimento gigantesco, diziam expor único indefectíveis, um conjunto trova melhor no transpor quem more e lute ao redor…
ouviu-se o rádio "...ahrrrgggggg!!"
Se tratava no oco de ancinhos e forquilhas...

Dossiê – 2
O mofo do odor: Revolução

Dosse R – 3D
O Radar Eco¿
Ou o radar eco?
ou radar eco¿
ou urradareco?
ouradareco!
urdareco!
ourdreco.
urdreco.
ourdco.
udco
ouco
oco
ou

Doce I é – 4+
“… tenha dela que não compreendem. Diziam expor único tenha fixação ao dossier 8, tenha fixação à filosofia tridimensional. Tenha. Tenha fixação ao major. Tenha fixação ao abandono terminar. Essa fixação ao eco. Essa fixação num à parte. E isso agora é cera, uma cera dissertiva a pingar propaganda. Tenha fixação dessa fixação captada dessa fixação dessa fixação medida em mega-milhões de oco.”

Dó Si R! - 5
Oralização número cinco cumpre a riem-se em mise en abime mete dó, prendeu-se já meta-milhões de análogos sis. Uma contradição! Um exagero!
É o infinitésimo pondo-se já velha-milhões de tal. Agradeço de arrependa.
É a tecla campo se ressonância de anunciar fast, very fast delas descontínuas. É esta descontinuidade pondo-se já velha-milhões de irrompe.
E o despontual adequada já orelha-milhões de segredo.
E o infinitésimo perdendo já oco-biliões de importante.
E o directo justaposto à soluça-mil-milhões não presta o presente.
E o tirado equivalente pondo-se meta-quarenta já nos tinha caído em cima.
E a tentativa já velhinha-mega-milhões rói o resto pioneiro.
É (magnífica) tanta animação… ahrrrgggggg!!
Só a anunciação arredonda o curto parênteses por falésias e trova moles ocomatopeias.


despontual orelha-milhões de segredo

quinta-feira, 23 de abril de 2009

CRESSE

E eu conhecia-as
de gabardine.

E eu conhecia-as
de gabardine só a pulso acartar.

E eu conhecia-as
de gabardine só a pulso acartar à festa sacas sem peseta.

*silêncio*

E eu conhecia-as
de gabardine só a pulso rearrojava dúzias assobiando tijolo a tijolo de malte que até se quis madrugada gélido num Ford Capri todo partidos.

*silêncio

*mais




*mais


Tinha peso a partido Amarrariam-nos.
Se crêsseis a assobiar dúbias,
a maltear braço por braço só um muro inteiro de letra-povo Dum Dois Cavalos pisado gabardine.

*silên

Teve o sangue preso Polvoescrevinhavam-vos.
Teve o sangue pressa,
solto é uma hemorragia.
*sil
Solto é uma hemorragia escreverdes na ardósia Ovomaltine com o próprio punho só rearrojasse quentinha já de manhã.
*
É um Fiesta, creio.
Não, É um Ford mais de letra-murro.
De letra-mudo daquelas em feira expulso de carga com alta noite à parede. Agora é só o que tu pensas, é.






escreverdes na ardósia até j´

sábado, 28 de março de 2009

leu pouca presilha




apucazilh é uma palavra com problemas.
O Tiago, oculto aqui, não sonha vitelas
nem quase a pronúncia dêem precipitado.
Parece que o apocalipse leu pouca presilha, lá Tiago caíra:
apucazilh é uma palavra paraplégica,
(mesmo assim pestaneja um pouco estatelado lá em baixo),
foi Tiago, acordado agora,
não moverá vã
a brusco rebanho dêem a deambular apucazilh

leu presilha lá em baixo

quarta-feira, 18 de março de 2009

GAZUA EM PLURAIS DESTA EXCRESCÊNCIA

Gaveta menos inconsciente favorece-me realidade entreaberta,
sois dúvidas de provavelmente; sois espartilho há exéquias;
sois fruto-furto ermo de ganância quer a roca fie-nos por cobardice ou não.
O mamã, gomo de jibóia, foge-nos torto suas mortalhas abaixo. São demasiadas fotografias! Duma coisa à outra, por muito revista que uma bagageira velhíssima capa por biscate, simplifica plurais à pressa, a safar calçada afora por servilismo. Perderam-se as ligações!
Perderam-se! E podia repetir esta excrescência mais uma vez, mas
Já agora, perguntai-lhes:
«A lista de Vison tomara o lembrete de outrora gaveta estupefacta.»
PERGUNTAI-LHES:
«?»
Eis a lista de gazuas:
- Sumno de lim
- Snmo d lnmão
- Smnuã de lmio
- Snmno d lãmi
- Smulnuo dmuião
- Smlnno duimão
- Smlnodunimão

Pose desaparecer quem te tormenta as cabeçadas,
pode ir fingir o chaveiro afecto às lágrimas. Mas é “Sumo de Lâminas” e podia repetir esta evidência mais uma vez, mas as imagens já estão cicatrizadas. Os sorrisos agora são fetiche que vos tomara rasgão em capa de gaveta revista, são apenas dois Agostos púbicos. Orfeu de casaco axadrezando já apalpou esse coice dos anos. Resta porém o lembrete de tabuada, já putrefacta de sãos, despindo a película. Daqui a cem cadavéricos, mais que nus, os mesmos sorrisos uniram-nos como cadeados.

escrescência de espartilho à servilismo: perguntai-lhes.

segunda-feira, 16 de março de 2009

MÃO NUM TAL COMIGO


Põe prolongam-se põe sobre o seu surgimento, pôs quando manápulas sujem ralo a minha vazão. Houve aqui nas manápulas uma espécie de vísceras, uns espectro de janelas surgimento, ou rejeito de momento num tal comigo muito emprestado. Não largues o infinito. Mexe lufada quanto estranho ar perfeccionismo mais abençoo resina.
Relojoeiros socam agulhas de glamour, minguando o que pica ainda mais à força de levantar paz no últimos minutos. Creio teu detalhes. Creio ter a quase. A escrever posta de letrinha delicada
faxinando semi-palpadas,
o pão brutalmente amassado
enquanto os nossos manchas disputassem aquosa sombra de luva para além de si próprio.
Põe ali, sim põe ali na Lua.
Pendura as chapadas se carecerem o último porto aberto à secura da emergência. Afagai-nos as lágrimas com os punhos medievais e nada. Quererdes segurar-me calos por adeus de lenços, se soubesse… ah que matança! Se soubesse prometeriam sua concha dar de beber numa corrente de pombas. Nem deixaríamos cai essa palma emergente apareceu tudo o que por vezes apanhas.
Contra-manipuladas de livre defeito, nunca manápulas serenadas, puxadas dos cabelos que virás ao entusiasmo. Quatro são as tuas quatro manzorras escravas com corpo directo de rojo pela humílima textura instintiva. Pega nesta grosa já.



disputassem sombra para além de si próprio

terça-feira, 10 de março de 2009

U irreversível volta

Capitão,
o que é aqUele coisa ali?!

Dele qUem atravessas enquanto mal virá U imperdoável.
Tsht! (fez um estalido com a língua no céu da boca em ruído cortado à sucção do ar)
Aproximem-se tanto,
esqueci-me em lábios a pousar suavemente, mas porque vos colherá enquanto prendaste a tal dança, canta sua miraculosa língua, fugissem no céu só por sucção têm pois a rosa apanhados.
Vamos pela ponte, Maria Inês.
(suspira) Enrubescera todos te atraso a um trilho. E mente a encolher dos ombros de verde prazer?
A mente tira se deveríamos coragem ao misericordioso dar das mãos.
…tanto, tanto,
tanto Universo
só a ponte mentira e vai como uma grávida pontual lá dentro…
Esqeci-me de qê?
QUe hoUvesse qUão te pilhas tarde de mais já passa no UUUUuuuuuuuuuuuuuuuu:
ouve:


escuta:


.


.
os meninos cortados pelo comboio ainda mexem:
cair-nos coma o santo caarnal quando ainda narciso, "lá buscar uma rosa giroflé-giroflá", osculardes a paz "giroflé-flé-flá":
Ouve:


escuta:


.


.
também a prenha cortada no carril ainda mexe no colo:
no Universo:
a ponte comeria-a sobre verdes perigos Inês Maria.
Esqecime de qê?
Do U que pilha de qUem jaz no céU por sUcção:
Ouve:
UUUUuuuuuuuuuuuuuuuu:
Os meninos cortados pelo comboio ainda mexem de todas as cores.
Todas as cores, capitão.
Todas as cores ao colo, capitão.
Capitão,
Todas as cores ao colo deles volta a dançar.
Tsht! (fez um estalido com a língua no céu da boca em ruído cortado à sucção do ar).

esqueci-me, tsht!

segunda-feira, 9 de março de 2009

conto de fadas FIM

.
de fundo então velho manco
.......................... saco
................... mas unha em quartos enegrado

....... estendendo à mais ínfima
........ voe
.................... FIM

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Riscadura de


Posteriormente, a chuva inconsciente do chá,
ou agora já no blaser.
No bolso.
Riscadura de cauda, qual xaile gela solto
estamos a ouvir o Sol cometa a cidade voando centelhas.
Quando a vedeta chegasse,
Vem tocar como seria
o coração à chuva vedada amua!
Nem que cometas à bordadura fortificada,
supra batida
supra badalada
a verdade a fumegar no blaser a sete chávenas consciente.
Ao Café Rua, expresso aromática o néon,
brilha de rasgão uma série de xailes
e essas caudas de lantejoulas esvoaçantes
que a noite cometa em sua vereda.

Essas esvoaçantes que a noite cometa

domingo, 15 de fevereiro de 2009

lapa ao mar

Cada ser ao ouvido parece que sim
mais que o sossego da lapa dizendo que se cale.

Cada ser aos olhos parece além
mais que o sossego da lupa cegando que sugere.

Cada ser à boca parece que está mesmo
mais que o sossego da papa mexendo que se meta.

E a gravidez do dia fosse-mos levar as ondas.





Adormeça a tarde, parece que sim

sábado, 14 de fevereiro de 2009

miúra, o Papilon ao voile

Que tem Papilon I que marra o voile?
Cometeu homem de plissado miúra espécie vã?
Eis o contraste em palpos de capote vêm cavaleiro
e borda fetiche que ele, Papilon, sujeito em toiro.

Que tem Papilon I ?
Serenassem chifre merece hoje juntos recomeça algumas
recomeça algures,
começa nenhures,
o pôr-do-sol
com palmas de sangue espairece sentença à sombra.

Que tem Papilon II que marra o voile?


Contraste em borda fetiche

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

DESMASCARAR A EXORBITÂNCIA COM SESSENTA

Já Emanuel, não o segundo, tosse o caudal de sonambulismo. Forjasse-lhe já a celebração da água, Emanuel, não o sogro, vagueia, vagueia agoiro inflama do já Emanuel, não o seg…, o sss, cuja prática manteve-nos água por um triz sob vela mediada, já Eufémia, não a fita (a enfermeira), corre atrás desmascarado a exorbitância gota com sessenta, já Emanuel, não o g , aguenta, aguenta, aguenta o que pedras tecerá, subjaz apaga-se por um fio. Já Eufémia, ela própria sim, torce a série à paisagem de águas e trá-lo à realidade.

Tosse o caudal de sonambulismo.

domingo, 18 de janeiro de 2009

ESTE INLUGAR

As montanhas sem propósito quando correm para .ác
Têm chinelos, têm gaiatos a rebolar pela terra,
têm narcisos pelo som vermelho das poças,
Quando muito estavam todos à espera de sê-lo,
como cada faca de outra reza.
É de tal densidade esta sensação!

As montanhas sem propósito quando .ác arap merroc
Têm socas, têm viúvas de joelhos pela terra,
têm goelas às covas do vento,
Quando nunca, estavam todas à espera de tê-lo,
como cada alguidar de outra aldeia.
É de tal densidade essa perda!

As montanhas .ác arap merroc odnauq otisóporp mes
Têm botas, têm soldados a escorregar pela terra
têm harpas no coágulo da noite,
Quando muito o amanhecer já não conta,
como cada brinquedo de outra mão.
É de tal densidade este inlugar!

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

AQUI E AGORA (fragmentos)

À prova de choque com um gesto cercado,
erguei-vos aqui do lázaro, com os cornos mergulhados, beberam o desmanchamento da morte aos que pregarão exactos.
Portanto,
para as bóias que se atiraram aos afogados:
SAÚDE.

Para aqueles, os desorientados no bom caminho:
SAÚDE.

E às árvores que curvam e tirámos essa pergunta;
Ahhhhhhhhhhh!!! Saúde.

Aos que batem à porta e ficam na rua de bois;
À ordem cúmplice sem taça para estar sol.
Àqueles que não tinham e tornaram-se na noite de 17 de Janeiro de 2004.
Iiiiiééeéééééeeeeeeeeeeii Saúd

À contagem do zelo final e era ainda um. Aquele ali.
Ao desmiolamento das grit… das algazarras;
Às tripas até à garrafa tivesse um susto,
Mais,
Aos mentirosos e exagero de suas “queridas” afinidades;
Aos derramamentos até chegar à fala, mas não passam de espumante.
Êêêêeeeeeêeêêêêêêêeee

Como me junto à curva daquela árvore?
«Há umas duas semanas atrás, os rochedos sem precedentes de onde lufam as brechas vieram estas lajes numeradas. Caríssimas!»

Aos heróis que ficaram sem braços e apontam para ti.
Ah! Ah! Ah! Ahhh!!!
.
.
Aos…
.
Ao vómito que sem apego, mancha muito ignorando.
.
Ao, ao…
A esta costura, aqui.
.
.
.
Ao…
.
.
.
.
.
Ao infinito das alterações;
Ao…
.
.
.
Ao erro de pensar cheio de carne.



Aquele ali.

domingo, 11 de janeiro de 2009

Beijário virtual


Um beijo com três rodelas,
uma das quais leva a urgência do nú
a outra leva a boca onde posso estar lá dentro
e a última tem o poder de excitar tudo vezes sem conta.

posso estar lá dentro

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

ARAMINHO DA GUARDA /JARRA DE GANCHOS


Holanda meteu a mão pela grade e abriu a porta por dentro.
Abriu a porta por dentro e
só o guarda chinês, sob-fissura, fazia-a qualquer noite numa jarra de ganchos.
Numa jarra de ganchos,
numa ausência de margaridas,
já eles ocultando de bruços pelo chão curvassem araminho grande.
Cavassem araminho grande,
tirassem por quem as fechou,
crasso erro esse de Mao que noutro alarme a mais quebrou.

Só um gancho chinês, sob-fissura, faria uma noite com um araminho da guarda.
Com um araminho da guarda,
com um alarme de margaridas,
já eles, ocultando de bruços pelo chão, entrassem de arame curvado.
De arame curvado,
orquídeas por quem as fechou,
crasso erro esse de Mao que denunciara de vez quem vos tranca.
De vez quem vos tranca,
à vez de quem vos arme,
Holanda meteu a mão pela grade e abriu a porta por dentro.

Já eles ocultando de bruços pelo chão, cavassem de araminho grande.
Cavassem grande a noite,
quem por essa jarra os traga,
crasso erro esse de Mao que noutro alarme quebrou.
Que de vez quebrou,
à vez quem vos leve,
só o chinês, sub-fissura, traria outro chinês, sub-fissura, traria outro chinês, sub-fissura, traria outro chinês, sub-fissura, traria outro chinês, sub-fissura, traria mais outro chinês, sub-fissura, traria outro chinês, sub-fissura, traria outro chinês, sub-fiss

Traria outro chinês,
traria ainda mais outro chi
Holanda meteu a mão pela grade e trancou tudo por dentro.

Crasso erro esse que denunciará quem vos leve.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

O toque da fã

Ali no palco a tocarem qtoque, não consigo
Estou a g
São os tók
São os tók vejo que a-me arrepio
Nos tók estou a chorar, não consigo
São os tokio atocar estou achorar amoachorar
E choro a quero emo toque
Chor emociono-me aa Tóquio
Não consigo choro e bate bat estou tel com os
Tóquio hotel não consigo ouvir
Estou tão tempo troco soluço a chorar
já não oiço
desmeio de amo chorar e os tókio hotel a chorar
E choro ainda por hot eles
que nao vejo
Sou deles os tóka-me hát imort chorar
Oiço nel palco ali tão perto já aqui
Não me consigo controlar não choro
E arrepio e emocion consigo,
estou a chorar


não consigo ouvir

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Diamante

Alumiar os olhos directo aos avaros salta quem te ri.
Há algo escuta esse aparelho tão evidente.
Nos barracões:
Tivesse-vos pose a varina bradaria aos serôdios suma história após história, mas nada que nos chegando ao domicílio na brandura das nossas mãos, réstias dela.
Na sala,
tudo o que Domingo sobeja é uma imprestável salva de fracassos.
Nas ruas,
vós os bravos, essas estrada afora que só fazem cimento cada vez mais estreitas e amuralhado em escadarias e salas e toalhas tensas e réstias de côdeas e uma blusa a arder e vós os bravos afora numa corrida de bicicletas cada vez mais becos a escutarem horas de cinzento.
Alumiar os avaros salta aos olhos de quem ri na tua requintada.
Nos barracões
e voltem à esmola de vossas mãos. Ponham-se à escuta, varina Tudo o que penso chega-lhe ao Domingo na brandura das mãos.

escuta esse aparelho tão evidente

A LAVRAR FRACASSOS NA ÚLTIMA TOALHA DE SEMPRE

  … os dias já sobram mesmo sem lupa e tenho a pergunta dum pé: Que mutilação inevitável salvará o mundo? A mão responde:  O Sol mandou-te a...