quinta-feira, 23 de abril de 2009

CRESSE

E eu conhecia-as
de gabardine.

E eu conhecia-as
de gabardine só a pulso acartar.

E eu conhecia-as
de gabardine só a pulso acartar à festa sacas sem peseta.

*silêncio*

E eu conhecia-as
de gabardine só a pulso rearrojava dúzias assobiando tijolo a tijolo de malte que até se quis madrugada gélido num Ford Capri todo partidos.

*silêncio

*mais




*mais


Tinha peso a partido Amarrariam-nos.
Se crêsseis a assobiar dúbias,
a maltear braço por braço só um muro inteiro de letra-povo Dum Dois Cavalos pisado gabardine.

*silên

Teve o sangue preso Polvoescrevinhavam-vos.
Teve o sangue pressa,
solto é uma hemorragia.
*sil
Solto é uma hemorragia escreverdes na ardósia Ovomaltine com o próprio punho só rearrojasse quentinha já de manhã.
*
É um Fiesta, creio.
Não, É um Ford mais de letra-murro.
De letra-mudo daquelas em feira expulso de carga com alta noite à parede. Agora é só o que tu pensas, é.






escreverdes na ardósia até j´

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