domingo, 18 de janeiro de 2009

ESTE INLUGAR

As montanhas sem propósito quando correm para .ác
Têm chinelos, têm gaiatos a rebolar pela terra,
têm narcisos pelo som vermelho das poças,
Quando muito estavam todos à espera de sê-lo,
como cada faca de outra reza.
É de tal densidade esta sensação!

As montanhas sem propósito quando .ác arap merroc
Têm socas, têm viúvas de joelhos pela terra,
têm goelas às covas do vento,
Quando nunca, estavam todas à espera de tê-lo,
como cada alguidar de outra aldeia.
É de tal densidade essa perda!

As montanhas .ác arap merroc odnauq otisóporp mes
Têm botas, têm soldados a escorregar pela terra
têm harpas no coágulo da noite,
Quando muito o amanhecer já não conta,
como cada brinquedo de outra mão.
É de tal densidade este inlugar!

Sem comentários:

Enviar um comentário

A LAVRAR FRACASSOS NA ÚLTIMA TOALHA DE SEMPRE

  … os dias já sobram mesmo sem lupa e tenho a pergunta dum pé: Que mutilação inevitável salvará o mundo? A mão responde:  O Sol mandou-te a...