domingo, 28 de setembro de 2025

PESQUISOU ARCO SEM TUSA DE JÚPITER

Primeira verdade: todas as tostas de Sevilha sem tusa de Júpiter ou azul rama, aperta cobarde florescendo. quase todas.

Segunda verdade: logo que derreta fé perda, servicinho podes-se acasalar se é que já dei imputada esquadra. faz espécie.


Terça verossímil (Vera será índia): quando se referiu a citar reconstitui perua triste se é que preferes. Na prestação porta-baunilha à fase estalada só tronco busca limpeza. é prenúncio.


Quarta bordada a pau (não é esquilo): a fisga torna-se raimundo até buraco. voou maçaneta tri-macio e continua. Mentiu-vos limonada valentona! oxalá seguisse Vonna tão igual quanto guiar balde até frágil chicote. já mamífero.


Quinta aos quistos: querida, aqueles abocanhantes de pequenote folgado, ide com horário trocado. mas nítido.


Cesto cheio de entretido (longa espada): relata petiscos e interrompe bujarda. Sempre que escala-e-burro pesquisou arco sem tusa de Júpiter, a carregar naval, julga lá luas pois neva eficazes e provoca fémea a torque próximo. hás-de ver o efeito.


Sétima filha da sétima filha: eis senão quando Vera é índia.


Prestação porta-baunilha.


sábado, 20 de setembro de 2025

ADMITES DISPERSANTE ZEBRITA

— Quer dizer então que andas a escrever umas merdas?
— Sim, faço prova de vida. Pontualmente. Se não escrevesse mascada doravante moela, morreríamos restos arquifrágeis a dever acerto a determinados assuntos. Na verdade é uma tábua.

— Ah, uma tábua de salvação?

— Se aquela galdeirona gira sifão do boi instantâneo, como podemos salvar com essa sensação que dá? As palavras estão reusadas e jorram convento sem esperneia nem colarinho a girar vitrine. No vazão, disparo colisões para ver-te daqui. 

— … aaaa…

— Vejo-te daqui a ler isto dentro do meu desperdiçador.  

— A léria que “gira sifão do boi instantâneo”?

— Reúso-as num inchaço tipográfico e unto-te a mente de dispersante zebra. nada exijo. podes parar de repugnar agora se não aguentas mais. mas ao fim do dia, ouves dez anúncios com bagatela unicarnal e depois vens-me pedir a lobotomia das metonímias a gritar-me estraçalhai mascada doravante moela por esse dreno maravilhoso" e é então que admites, mais uma vez, que estou nesta inevitabilidade no extremo engelhado do nexo. das serifas apenas uns açoites. Daqui eu mexo, vou mutilando o infinito, esbanjando o sangue da conversação,  e se digo “sifão do boi instantâneo” é para que tu, por um instante, voes de cornos ao vento sem proteínas até ao cume do monte indistante. 

— Estás-me a ofender, refaz lá essa linguagem.


Admites inchaço tipográfico.



sábado, 13 de setembro de 2025

DUNE (duna vez por todas)

Personagens: Reverenda Gertrudes; Sombra Ovelha e Melro; Planeta Marraki; Sargento Leitão; Rita; Imperador Rebeca; Ursula Pianista; Cunhado do Barão; Serviços Sociais; Orelha do Soldado Mendonça; Sobrinho da Paula; Raríssimo Silva.

Falta oxigénio e Aristides nasceu novo.

Major faz figas de fato especial pois passarão alerta em apuros sem morrer iníquo. Dupla armadilha é assinalada pelo trono quando partir tortas de protocolo sem gás. Já 4A está má láctea dum pé solar. Mas não foi a torna-se. Aristides vem a caminho com treino Tota desbloqueado. Balancé pode-se impedir, o proteger de opção esbarra virilha, intransigível de resto talento com líquido. Areia, toda ali, a começar acredita por outro sistema à superfície. Se universo for dinastia à testa, requisito na mouche muda verme.

— Vai. — diz Dr. Bruno de uma forma muito calma, cuja aliança mais que tivesse um som determinado, petisca arriscados voos em avaria. 

Sem máximo escolha safa-se e percute cola com barbearia a soltar larvas. O deserto está minado.

— Não me desiludas? — exclamou Xana.

Prepararam erro incrustados, qual som terra e fossos, ainda sem culpa adesiva, esperança desvia Toyota. Coage e destina cinquenta graus.

— Três ou paz cortino. 

Estremece vida de inelutável ainda cismariam com Aristides fortes. Encanta refém sem se ter safado e fulmina base, podes escalar só se varia quando o inimigo perscruta. Outra saída é ali.

— Está demasiado calor. Temos de nos apressar. — parte Bruna.

— Este sol.

— Esperem, não estão a dormir…

Passou-se duro vincular e ninguém atem recebe. Aristides bem ata e sobrevive. Ele é dotado por milhares de feridos daquela zona. Vão descobrir perto com gota A4 gira pernil.

— Amigos. — de repente.

Ninguém ouve oxigénio conjunta nem soletra pisca de socorro, suavemente vultos à especiaria. O verme belígero,  tem de ser fugido quando deteta sobrinho à entrada de cota metálico. A noite voluntária em banho-maria, abusa deserto pois obriga-lhe chave esfomeando Acho:

— Cuidaúndo! — geme autóctone moribundo.

— O que foi? 

— Tenta chegar aqui.

— Raios!

— Certo. — fruta conjunta

— Vota. — alerta Acho.

Por quantos se safem morde tudo às claras arriscando matar baixa emulsão pelo plano apaziguado. Acho emerge com violência mas não chega poeirada. Aristides verga camelo e ajuda voracidades benigna.

— Calma.

— Bebe.

— Obrigada.

O vermelhidão está à espera d'sofrem… já múltiplas Aristides está a domá-las e cavalgança. Análises chegámos (cheiram suspeita) mas não forma tensa ira ou moles ataques. Sem motor Daniela contrapode côdea à socapa pondo real tabuleiro 🤔.

— Repito.

— Toma. — como diz Carlos Manuel.

Daniela não responde e fala Rute de esmifrado botão:

— Queima.

Acho tira o poste e salva-se salpicos atrás da sola: 

— A bota.

— Colhi.

Minhocas puxa para baixo túnel consigo debaixo da areia. Têm de fogão mal com areais o que resignado freio manja.

— Respira.

— Frutose previne meticulosa.

— Acrílico! — avisa a procriar no pânico.

A instinto, conduta de Baronesa, trepa inchada larvação… uma bolsinha com sinal passa pelo fígado. Ninguém sabe. Muito menos agora. Quer origem adormecidos confia e pacta ameaça-reflexo:

— Vamos.

— Fico. — benze Patrícia alarmadíssima.

— Bebei.

Aristides na nave não tem o dia todo e abala cavada minhoca até à entrada do barulho. Muda taça falhada de barra ilamugal soberbo.

Estela não vê esse movimento e desmaia salva por Acho doutra última. Fixa verme ou puxa cordões para derreta. A força especial despreza cinco membros e cinco estacas de hiper-sede. Há repercussão no planeta. Major é cúmplice do motim pescoço e comenta:

— Traz.

Duke integra painel correto e desorvalha a uma hora se o salivar vidas em colisão severa. Concentrado tinha de saber kit potável:

— Moeda.

— Entretanto. — ordena Duke.

— Espreme.

A missão assim corcunda, arrasta algumas figuras de tornozeleira e arregaçou pioneiro. Por efeito a cruz abalroada na capital de rim, vidra tropa na glória à esponja enquanto mercenários vão espezinhando poça fresca.


Avisa a procriar no pânico.





segunda-feira, 8 de setembro de 2025

SINAIS DROGADOS DE AZIMUTE

Paira um cinzento de que não vai dar em nada. É a intuição que tenho. Mesmo que viesse extravagante cãozento de hoje indelével, borda trilharia-se ao expõe e expande até resulta ainda mais.
Nada, sair daqui por nada polir lazarento. Porém tulipas pousa em ar-mental, está no ar, baforada já sem contacto em dia, engole rarefeita bússola. Juro que até ao final sem importância mo colora neto. Com esta manutenção, esta força bruta de ver pintas ou jacto de qualquer. Isto é uma desfactização que sorve lava rouca e apaga. A maravilha dos sinais drogados de azimute, calhando e postergando, aparentemente procuro pronunciar louros por arpões e ganchos magnetizados. Haveria sinais por nada e arrasou-se-me objeto face a isso. Se fosse pesado mas apenas ao nível da reação G-pensada. Prova que é distante. Desbravo daqui um pormenor de nada no fundo cinzento de Teivas…  E o que acho? minto a intuição por que rebatessem peles do pólo. Em nenhum momento esta infinidade rápida foge em coma dado o que poderia gigantesca atenção. A energia esvai-se, cavalhadas limpam o que parece ali, e com isso é taxativo irrecuperável, fará filtro imperial até deitar-se monte. O caso fica por sanear daninha impertinência, e porque o organismo pardacento sou eu tão estratosférico, nem me deixam apontar o dedo ao negrume de Zeus. Perdi o cinzento. Paira um luxurioso coelho branco a olhar para a Irmã Telma.

Rajadas de gordura bússola.



segunda-feira, 1 de setembro de 2025

AMPUTO-A TANGENTE ÀS PEDRAS

 — Tu negas a escrita? porque escreves assim? — guntou-me.
Somos todos toldos recentes. Não ilhas… mas essa gunta tem muito beliche.  Isto é muito treino, muito trabalho, muito erro e outros cisne desequilibrado… corre e grande consiste eufemismo. Aliás, incongrua torrente carvoeira, mal conhecido, longa demência do que se diz é comunicado. É tão raro que gora prolongadíssimas críticas e o oceano refura céleres grilos pecaminosos. A língua é destruída mas adere à casca grunhindo fazenda tangente às pedras. 

— E que tal uma metáforazinha? Uma sinédoque arrebatadora? — guntou-me desafiante.

Eu sei. Deixa-me marear ao capotanço da rata já chega. Dizer arregaçadadamente não é só confiança, é o relinchar da frase feita. Muita experiência, muitas credenciais e ventania de semântica-adesiva sem espaço. às vezes é preciso amputar para sangrar o encontro incolor das ideias. 

— Isso é um ataque?! — guntou-me agressiva.

É um milhão de bicicletas automáticas; é uma manifestação de livros sufocados de estupidez. Tu demites-te das proeminentes páginas capadas…

Pouca gente gunta: “Que incêndio amarrado retira palavras-frasco? porque fizeste letras com essa ranhura?” São guntas legítimas que desaguam-me orelha jantar. Porém, estou sempre a responder o mesmo: é apenas uma mudança de pele. Alegadamente a língua fica exposta sob a minha proteção. ela respira e treme de pureza. Eu não escrevo, amputo-a, amputo-a, amputo-a. É um trabalho infinito de amputanhice. 

— É aquele sentimento de que algo está mal e perturba.

— Sim, mas não me guntes mais isso.

Provoca o mesmo grilo recente.



A LAVRAR FRACASSOS NA ÚLTIMA TOALHA DE SEMPRE

  … os dias já sobram mesmo sem lupa e tenho a pergunta dum pé: Que mutilação inevitável salvará o mundo? A mão responde:  O Sol mandou-te a...