terça-feira, 12 de agosto de 2025

GEME FILHÃO P’LO GELO

 — acho que o um é o três. Passa a três.
— Então o dois é o cinco.

— não, o quatro é que é o dois, ou o um, não sei.

— pois, o um é o cinco, o dois é que é o três.

— aliás, o três é que passa a cinco, acho.

— O cinco é o quatro, não é um como tinhas dito.

— não, o dois é que é um.

— Isso é se o três for os dois

— então depois o dois é os dois…

— e o um é uns.

— Não, o um são cinco e os três é o três.

— ou três sois sete

— Sete?!! segundo a terceira de doze, geme cerca deste uivo à guelra?

— fosse isso sessenta quando leste a tripa. Nem costumas dar quarto congelado de filhão belga.

— Congela um milhão se tripla é de Vouga, gemeria casca grávido às carpas Diomar.

— Praticamente trintas como peixe na água, aliás a mais ressabiança de pequeno ralhete fulminaria dois passando a quatro.

— Isso verde é farmácia!

— Sensivelmente… Como o um era o hálito de sexta também de três às nove.

— Estou muito emocionada!!!

— P. (brisa)

— Não esclarece, a malta fica rebaralhada. Ou muras de guindaste pavão vinte, ou geme-se cinco a sete. 

— Algo que noventa segue anual nem porcaria?

— Raciocina.

— Sim.

— Não podemos cometer erros: o um é o um.


Pequeno ralhete (espera dois agrafos).



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