— Então o dois é o cinco.
— não, o quatro é que é o dois, ou o um, não sei.
— pois, o um é o cinco, o dois é que é o três.
— aliás, o três é que passa a cinco, acho.
— O cinco é o quatro, não é um como tinhas dito.
— não, o dois é que é um.
— Isso é se o três for os dois
— então depois o dois é os dois…
— e o um é uns.
— Não, o um são cinco e os três é o três.
— ou três sois sete
— Sete?!! segundo a terceira de doze, geme cerca deste uivo à guelra?
— fosse isso sessenta quando leste a tripa. Nem costumas dar quarto congelado de filhão belga.
— Congela um milhão se tripla é de Vouga, gemeria casca grávido às carpas Diomar.
— Praticamente trintas como peixe na água, aliás a mais ressabiança de pequeno ralhete fulminaria dois passando a quatro.
— Isso verde é farmácia!
— Sensivelmente… Como o um era o hálito de sexta também de três às nove.
— Estou muito emocionada!!!
— P. (brisa)
— Não esclarece, a malta fica rebaralhada. Ou muras de guindaste pavão vinte, ou geme-se cinco a sete.
— Algo que noventa segue anual nem porcaria?
— Raciocina.
— Sim.
— Não podemos cometer erros: o um é o um.
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| Pequeno ralhete (espera dois agrafos). |

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