terça-feira, 26 de agosto de 2025

MIJO DESTE INQUASE

Poderia caroço ao comerciante e retira nunca muco? Poderia, mas vou já explicar o que aconteceu:
num certo rosal por jeito às costas, uma dor insuportável, exigem recipiente a joelhos

mas na último quarto d’hora de larva não há moço que pule… quer dizer, o Xico vezes quinze. é essa preocupação, fustigantes quase mole, mais tarde caroço um branquito, conseguido, nem perceberam peluda, nem aceleraram bochecha. A santita mija que fazem “surf” herdeiros, ajoelha postal sem milagres. Seria hiper-lembrete daqui espetá-la a faixas de olhos? Nem há sanita. Rebolou toucinho por mera barbeiros a distraí-lo e do ponche azulado, calculando o calor à simpatia

portanto, 

no caroço difuso, certa mucosaina retirara comerciante ao lado. Ninguém de boa fé jogaria na hora H o descaroçar deste inquase e assumisse-mos quisto. Tal como rasga alívio inocente, só depois retirava os três pastelinhos. Retorcida, nunca a mucosa se desfez dele. Não nos vão convencer do mijo. Nunca. Nem se propaga a meio o que reavivara milagrosas unhacas. A senhora Fátima, às pinguinhas,  perguntou: “Posso meter aqui o dedo?”

José respondeu-lhe: “Com essas unhacas, não… Claro que não. Doi comó caralho!”

Descaroçara na hora H.



sábado, 16 de agosto de 2025

FECHÁSSEIS PINGENTE, FECHÁSSEIS

— Lembras-te?
— assustadiço no eco da marchação o francês recusou asfódelo separado a queixos. Disseram que esses cabrões desodorizante.
— Talvez não fosse verdade.
— Mas aprendi a lição, era novato malabarizado caídos sob total tinge. 
— Fechávei-lo por desígnio de cocharro, folgo quando Dulce podia esse “petit porc”. 
— Jura!
— E abriu-o.
— Abriu-o?! — diz gigante.
— Oh! Só agora é que sabes?!
— Só agarradona ao…
— ao pré-refluxo em Champanhe defecou no polo, e Manon é que foi, roi aquela demorada vespa agarradinha ao chaço em desodorizante. Nem prestes tinha à conversa…
— Só agarradita a pentes logo falou-zes jubas de marcho à pala…
— a trave Z acredita… aquele barulho Z é este “LHE” que Dulce tanto amou.
— É… tudo muda. Agora é diferente.
— Recordações.
— Vidas.
Talvez não fosse verdade.




terça-feira, 12 de agosto de 2025

GEME FILHÃO P’LO GELO

 — acho que o um é o três. Passa a três.
— Então o dois é o cinco.

— não, o quatro é que é o dois, ou o um, não sei.

— pois, o um é o cinco, o dois é que é o três.

— aliás, o três é que passa a cinco, acho.

— O cinco é o quatro, não é um como tinhas dito.

— não, o dois é que é um.

— Isso é se o três for os dois

— então depois o dois é os dois…

— e o um é uns.

— Não, o um são cinco e os três é o três.

— ou três sois sete

— Sete?!! segundo a terceira de doze, geme cerca deste uivo à guelra?

— fosse isso sessenta quando leste a tripa. Nem costumas dar quarto congelado de filhão belga.

— Congela um milhão se tripla é de Vouga, gemeria casca grávido às carpas Diomar.

— Praticamente trintas como peixe na água, aliás a mais ressabiança de pequeno ralhete fulminaria dois passando a quatro.

— Isso verde é farmácia!

— Sensivelmente… Como o um era o hálito de sexta também de três às nove.

— Estou muito emocionada!!!

— P. (brisa)

— Não esclarece, a malta fica rebaralhada. Ou muras de guindaste pavão vinte, ou geme-se cinco a sete. 

— Algo que noventa segue anual nem porcaria?

— Raciocina.

— Sim.

— Não podemos cometer erros: o um é o um.


Pequeno ralhete (espera dois agrafos).



A LAVRAR FRACASSOS NA ÚLTIMA TOALHA DE SEMPRE

  … os dias já sobram mesmo sem lupa e tenho a pergunta dum pé: Que mutilação inevitável salvará o mundo? A mão responde:  O Sol mandou-te a...