segunda-feira, 8 de janeiro de 2024

EQUIVALHO AO ETERNO REENCARNAR

 

Vai uma beca de poejos na palma e pulais feliz. E foi o que fiz lá onde caibo, tranquilizo  opiniões do cadáver duzentos abaixo do ofereci. Entretanto, a senhora dona Madalena, cujo bochechar não adianta nem extravasa, já era carne feroz da barraca multiplicadora, tudo com o nosso esforço. “O diabo que o carregue” graceja ao físico, repare, confia tanto, tanto, tanto. Salvando-se roncos de pele, pintou a andar por aí plurais na mona, pois sem estranhar equivalho à reforma do frisbee… beee… beeee… 

— Oh Deus onde às ondinhas?! — tusso.

A prateleira de Francisco ocorre bem feito e luz bem.

— Certo, vai à loja e traz-me cáspio. — disse Varela.

Era um recado pelintra cheio de mar e cadeirinha. Pra mim é canja pois a chave dolente animada na plantação daquele furo limpo, quase quase aquário, premedito iminente pó. 

Não te preocupes, pois equivalho ao eterno retorno lácteo…

Está um lindo dia para sempre.

Senhora Dona Madalena a bochechar.

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