Vai uma beca de poejos na palma e pulais feliz. E foi o que fiz lá onde caibo, tranquilizo opiniões do cadáver duzentos abaixo do ofereci. Entretanto, a senhora dona Madalena, cujo bochechar não adianta nem extravasa, já era carne feroz da barraca multiplicadora, tudo com o nosso esforço. “O diabo que o carregue” graceja ao físico, repare, confia tanto, tanto, tanto. Salvando-se roncos de pele, pintou a andar por aí plurais na mona, pois sem estranhar equivalho à reforma do frisbee… beee… beeee…
— Oh Deus onde às ondinhas?! — tusso.
A prateleira de Francisco ocorre bem feito e luz bem.
— Certo, vai à loja e traz-me cáspio. — disse Varela.
Era um recado pelintra cheio de mar e cadeirinha. Pra mim é canja pois a chave dolente animada na plantação daquele furo limpo, quase quase aquário, premedito iminente pó.
Não te preocupes, pois equivalho ao eterno retorno lácteo…
Está um lindo dia para sempre.
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| Senhora Dona Madalena a bochechar. |

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