sexta-feira, 1 de dezembro de 2023

Hepta de corno aziado

Dum bote de mi ó bloco vás da fábula sem cabeça guião à série d’Olho-que-oito… Um deles foi vai fosse vás às cinco de cabaz tardio tardio, porém, luxo descesse prótese doutro. 

À segunda reperpetuação, eclipses d’boi (com 126 lugares) pelo seu próprio pé e compra-vos em cheio. Maio Olho-que-oito, franco furo de guelra mangueirada, inauguraria o coração de boas vindas e houve quem disse: “Ahhhhh fui eu que tive a ideia apesar do oito achado.” Mas isso é o corno de conta. Nem Lee entende. Faz muitos anos de quem chega hepta de bovino, seca lógica aparecida, capta diferentes subjetivos tal estivéssemos o conecto mas também sabe um Olho-que-oito ou teríamos que ir aos chineses.
descendente à prótese d'outro




segunda-feira, 27 de novembro de 2023

OUVINDO GASTANÇA

Meiões puf safasse le brônquios ponto a ponto de La Pastice...

Cuidaaaado, cuidadiiiiinho!

Só se gafe o burb pastassem mais a uivo...

Pronto já dezoitaste puf catorze! E o pasto ao vivo? 

Situa-se ver pastagem dia negativo ouvindo aquele burburinho.

Que burb? Só o molho misto à côdea seu burinho jaz...

Já pastaste, burb... já gastaste. Burb gasto, puf pasto.

Ohhh que gastança!

Não era burburinho que eu queria dizer...

Deixa lá, já estragaste isto tudo.

Situa-se orelha sob situança.





sábado, 18 de março de 2023

CAÇA ESPARGOS

Foi nesse dia a vender quanto que moços e sua mulher a direito por canudo. Mas não reparei.

Agora sim que vou levantar o coiso, reparo: o castelo só têm Ricardos nisso e cabeça.

Entretanto, cheia de preces à espera com espargos pois Rodolfos de roupeiro

vejo no azulejo “os ovos é só uma voltita p’ro purés machadão, ah ah ah!”. 

Haja alguém que banha meia tomatada, haja alma que cuida a alma de conhecedor para meias d’alma à pele.

Com efeito, Desde esse dia que vejo ao longe put´rs de secreto e enganasse Rodízios nisso e cabeça.

Num mundo de pedras haja espargos e caracóis.




Há alma de tomatada


sexta-feira, 17 de março de 2023

ESCASSEADO

 Jão, seriamente!
deixou de haver camisolões vistos d’ escova pouco pressa ao guante de couro.
antigamente é que comporiam gatilho de sessenta e oito.
Da beleza escovo, ao passo que móis Zeus à cabala.
Agora é mais um pasmo escasseado, daí vaza-lhe camisas depressa e verás. 
anda tudo ao mesmo.

vaza-lhe à cabala


DUM MILHÃO DE GÉIS

 Quem é que andou a repito disto? Nunca chove, é?

Suave barbata masca dois dias bons, neutralizarão se cá foi estirpe disso, e já o disse verdes vezes, que cavalo se doa por faisões. 

“Ah, não tenho sensibilidade para isso, blá blá blá.” Dizem à escalada de um par de géis. Mas isso não é desculpa, portanto repito a toda a gemada racha: Quem é que andou a repito disto?

Se não sabem o dual repito escalante quase escalda estirpe, ou até o contrário, ou seja, o caule eriçadas por piques de géis acorre ao voo cujo faisão doa cavalos à rocha.

Se não têm sensibilidade à escamada de géis, perguntar-se-ão: Que qual é que andou a repito disto? 

Agora já chove, vês.


piques de géis ao voo dos cavalos à rocha





quarta-feira, 18 de setembro de 2019

ALCANÇADOS NUM SÃO SOLVENTE



(para uma experiência psicadélica I)

leve-se o prendado sem mais snob e bela, sou assim expiante metaintegral insererir-se-á no auge salvei-me toais azuis 
...assim...
sen - - si - - vel-o - - ci - - da - - de - - mo - - ra - - ndo - -

louve-se me vasta demais, logo o manto soçobra sem delas toda a abundância vogal num, e turbulentar-me estous e sinas ...
...assim...
no - - vos - - a - - mo - - res - - id - - den - - tes - - ão - - de 

exímios chegou-se à neutro ausente agora por me voltar assume-se eus doada à massa vasta saturasse ave-campos
...e...
meus alcançados num fim solvente de quem cozesse natural terra ficará fresca e livre ora depois frente isenta matéria
...e...
vibra absolvido espalha tempo absolventes ente por ente bandos fio frágil esplendor sã afora nem sobra pose de bem
...até...         
voltei-os se o ápice lavados mais repara for bela, dobra comigo e ninguém pontuadas a vez de cada relançamento
...e...
sendo nó excitado uno muito coze imensos de mim, melindra centros espelho fora, e remetesse-a dias aos covais... sob átomo zénite esmerariam liquefendas de ganhos embora seduz e tornou meu lar o que nunca ri ausente de flutuai
...então...
a hidrobrilho cintilarias intacto cujo apogeus os desinstantes em calor d'acme fluidos se compensam polpa com sempre.





às massa vasta saturasse apogeus

terça-feira, 17 de setembro de 2019

A CURA



Em diz atrás do lar: herpes (.) 
de novo arcebispos finge medita
como se finge asa feliz na terra esperança
na baga traz o lar: herpes (.)
cada jogada me dita cada fuga ele e só ele
se respeito improvável fuma na geometria fã
vigiá-lo fogo atrás do lar: herpes (.)


(agora apertam-se os lábios e depois canta-se)
Museu desvelou-vos cicuta numtodonum,
nem formata nem gélido rei numtodonum,
naquela musa devolveu-vos numtodonum,
num todo naquele morrido numtodonum.


quem medita traz luar: herpes (.)
um mortó-ciclo foge by the law errando
negra nodoaria em doce pele pancada.
E tudo se foz no redimir: herpes (.)
ninguém saberia o seu custo
o que custasse cada lance jogo respeitos vã
cuspido atrás do mar: herpes (.)

(agora lambe-se o lábio inferior e canta-se)
Museu desvelou-vos cicuta numtodonum,
nem formata nem gélido rei numtodonum,
naquela musa devolveu-vos numtodonum,
num todo naquele morrido numtodonum.

sou no errei de pois: herpes (.)
o gentílico desarma o papel dos espevitai
velozes reis na quebra espelhança poisa-los e move
seu vagabundo incauterizável: herpes (.)
pois corações já cãezinhos palpam bem
que redimisse lance pela serradura nos erros de lã.
Vozes de eu-sei!, espevitai: herpes (.)

(agora lambe-se o lábio superior e canta-se)
Museu desvelou-vos cicuta numtodonum,
nem formata nem gélido rei numtodonum,
naquela musa devolveu-vos numtodonum,
num todo naquele morrido numtodonum.


Espevitai num todo num

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

PORTADAS DE DIA SÓLIDO


Nova milhares atravessa a troco em dia sólido, carrinhas em amarelas estão; pássaros o vão sem canários estão hoje mais tralha que mais carregas. Olha. Que carregais em vão? Caras, amigo. Puxa velha vidinha caem novas máscaras de "ah!" soçobram carregais. Que carregais tu de ir! sua miséria cais cheia de vou matagais às caixas núpcia se levam o hoje-está-tudo-feito. Milhas em carrinhas não brancas, não parede sem cair densos carregais. Pela lábios murais pelas pensamento cais, por cima do meu chão aportas profundos carregais.

Ao meu chão aportas profundos carregais.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

A muda de houve


Doce amolgada e Esgueiram a mofo, que sobra, Haja caneta duns?;
À com falta porta às perigo, Usam responde o que a MUDA, houve ciano duns;
Mas voltando cá um doze, do velho objetos ultra tocados, jamais cepo duns;
Desfazem-se a monte a mofo que prego, e apara na atmosfera desfocasse duns;
Nem os cansados Poisam a descobrirão, tendeu de tendeu, até bem duns;
Rotativamente doada cada apara, do lado ao vem, um som pairaria esfregando DIN’s;
Doce amolgando pairaria a mofo duns.
Doce fitaram, fita houve metástase cianeto duns,

se fitas quem louve, doce ficaram outros monstros povue toda a espinha duns.

povoe toda a espinha duns

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Verídicos ao cento por nave



r que a nave castanha os luses e de repente tudo é como-se-fosse. Puff! Como se fosse práqui, como se fosse práli:
# a roedura é como se fosse azul fragilizado;
# a parca onda é como se fosse um onde espanto saboreia;
# a nave, como se fosse bico vazável, ondeia possíveis coreonavegando leves ondes de arbítrio...
E de repente é a mavegação de desculpe.
Como se fossemos proas frescas, desculpe!
É tudo como-se-fosse a revelar outra coisa que não aquele couraçado em fumos a sair-lhe no horizonte fingindo os nove ao cento da madrasta ainda escoada à ré madrasta escorada à madrasta
madrasta madrasta   madrasta madrasta    madrasta madrasta
madrasta madrasna    madrasna madrasna    madrasna madrasna    madrasna ma... mordaça depois, basta pôr um “como se” em todo ser, 
como se fosse uma repto no bico da língua e dá-se o desmame que entorna cada goticulazinha como se fossemos enormes velas. Se não é fragata de sentido, que sejam verídicos ao centro das pernas, ratos mesmo, rrrrratos porque, à força da poesia, todo aquele peso arqueia onde r


coreonavegando leves ondes

sexta-feira, 30 de março de 2012

teimosa pelos fluidos específicos


Uma mola da roupa 
es-pe-cí-fi-ca
daquelas que, com muita força provocante,
prega secando sopro à brisa
onde a mola enroupa
atacará alva luta permeável
ou desfar-te-ás esforço chuvo de pouca posse
e a mola desroupando-se inebriada
desfaz-se a enegrecer mesma na corda 
logo o brancor de pouca dura
amolecia-lhes atrasadamente nua,
dissolvendo-se pelos torpores
da mola que fraqueja 
macilenta à ignorância infernal onde jazem retornado minguar vaivém dos escorrer numa vaga-a mesma desvanecida cada vez menos substância sem força nenhuma de pele que nem luto meta nos poros molas de sabão dissipando quases ao panejar das cinzas, serão menos das mesmas cada vez menos das mesma à mesma sobrepostas a outros moles dispersos de extensa gema molecular se formigalizadas voltas mucosas teimoso pelos fluidos específicos cada vez mais específicos e negras efervescentilhando-me num mesmo extremo de fumos fixos de precisão detalhada exatamente àquela força ininterrupta.

fraqueja à ignorância infernal

terça-feira, 27 de março de 2012

egome


 
Ahhh enganeime um lápis enganeime,

As escavações recomeçaram inicial como se previra toda aquela mancha de braços. O que vaga separeime lá mas a própria curva, e só dele narram picaretas enxadas, pás sachos e ancinhos. Até que os sois horizontem já reteria o espírito dos pés aparatosamente. Um afável benexcedente, digo, sabres sob bainha cravejarão hífens com pompa e poderia. São os grandes méritos desse porventura, são os grandes méritos! Nem os grandes fugas ponderam, só uma convicção de manchas opressa de egos há-se riscado da separação à crosta. Redigas, enganeime às aladas profundezas da rara bestialidade: um lápis narra enganeime; uma tesoura narra enganeime; um um... uma trincha narra como o relevo se abrira num ponto de precisão de onde lhes vira filha extra-instalada. Mas hífens hão-se mais asseados. Repito como ondas seduzem: enganeime... emaneigme... engoneime... egoneime... egome... egome... egome... ~ enganeime... emaneigme... engoneime... egoneime... egome... egome... egome... ~ enganeime... emaneigme... engoneime... egoneime... egome... egome... egome... ~ enganeime... emaneigme... engoneime... egoneime... egome... egome... egome...


convicção de manchas opressa de egos

segunda-feira, 26 de março de 2012

não tenho m.n. à escolha


dentro do guarda-fat
dentro da guarda-vest
dentro do guarda-rou
Não tenho nada a dizer e logo se modificou o envelope na índole que trará natureza aquém. Seduziu-se assim: simbolicamente onto-ancorado não há nenhum ponto de aflijas até posso. Peça por peça esta escolha óssea assim quiserdes (não nego). Semeando luzidas a quem cabale a maravilhosa micro-história mas talvez poderíamos dizer-te outra assinalada. Poderíamos dar ignore até os oportunas de lembrança a chamar sobrevigia: lembra-te apenas que esta é a tua escolha, a escolha sem lavagem por telas mordas de febril. É apenas irado lentos como uma França pequenina mal se retro-abreviavam correias contrárias. Laterais, cabides, cabidões, bainhas, licras, algibeiras meticulosas e... umas matracas?!!!, Mas que merda estão a fazer aqui umas matracas?! Umas MATRACAS, atrás de tal comecem ainda mais grossa para além do fim? Ahh, penas que esta é a tua escolha, a escolha peça por peça óssea, sem lavagem por telas mordas de febril.
dentro do guarda-fat
dentro da guarda-vest
dentro do guarda-rou
dentro do guarda-matrac

sem lavagem por telas mordas de febril, esta é a tua escolha

sábado, 24 de março de 2012

fada maré me colhida



Porque de lua, fada salina amasse matriz. É maretriz. 
És naves orvalhando pasmo à zona com pé nis-to, nave grua possesso mar funda à tona pode grasse folhearrr. 
Fada-se noite espalharão seja toda nave bruta, se vem dona fora dantes, até virem cás molhada.

seja toda nave até virem cás molhada

A LAVRAR FRACASSOS NA ÚLTIMA TOALHA DE SEMPRE

  … os dias já sobram mesmo sem lupa e tenho a pergunta dum pé: Que mutilação inevitável salvará o mundo? A mão responde:  O Sol mandou-te a...