terça-feira, 27 de março de 2012

egome


 
Ahhh enganeime um lápis enganeime,

As escavações recomeçaram inicial como se previra toda aquela mancha de braços. O que vaga separeime lá mas a própria curva, e só dele narram picaretas enxadas, pás sachos e ancinhos. Até que os sois horizontem já reteria o espírito dos pés aparatosamente. Um afável benexcedente, digo, sabres sob bainha cravejarão hífens com pompa e poderia. São os grandes méritos desse porventura, são os grandes méritos! Nem os grandes fugas ponderam, só uma convicção de manchas opressa de egos há-se riscado da separação à crosta. Redigas, enganeime às aladas profundezas da rara bestialidade: um lápis narra enganeime; uma tesoura narra enganeime; um um... uma trincha narra como o relevo se abrira num ponto de precisão de onde lhes vira filha extra-instalada. Mas hífens hão-se mais asseados. Repito como ondas seduzem: enganeime... emaneigme... engoneime... egoneime... egome... egome... egome... ~ enganeime... emaneigme... engoneime... egoneime... egome... egome... egome... ~ enganeime... emaneigme... engoneime... egoneime... egome... egome... egome... ~ enganeime... emaneigme... engoneime... egoneime... egome... egome... egome...


convicção de manchas opressa de egos

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