terça-feira, 10 de março de 2009

U irreversível volta

Capitão,
o que é aqUele coisa ali?!

Dele qUem atravessas enquanto mal virá U imperdoável.
Tsht! (fez um estalido com a língua no céu da boca em ruído cortado à sucção do ar)
Aproximem-se tanto,
esqueci-me em lábios a pousar suavemente, mas porque vos colherá enquanto prendaste a tal dança, canta sua miraculosa língua, fugissem no céu só por sucção têm pois a rosa apanhados.
Vamos pela ponte, Maria Inês.
(suspira) Enrubescera todos te atraso a um trilho. E mente a encolher dos ombros de verde prazer?
A mente tira se deveríamos coragem ao misericordioso dar das mãos.
…tanto, tanto,
tanto Universo
só a ponte mentira e vai como uma grávida pontual lá dentro…
Esqeci-me de qê?
QUe hoUvesse qUão te pilhas tarde de mais já passa no UUUUuuuuuuuuuuuuuuuu:
ouve:


escuta:


.


.
os meninos cortados pelo comboio ainda mexem:
cair-nos coma o santo caarnal quando ainda narciso, "lá buscar uma rosa giroflé-giroflá", osculardes a paz "giroflé-flé-flá":
Ouve:


escuta:


.


.
também a prenha cortada no carril ainda mexe no colo:
no Universo:
a ponte comeria-a sobre verdes perigos Inês Maria.
Esqecime de qê?
Do U que pilha de qUem jaz no céU por sUcção:
Ouve:
UUUUuuuuuuuuuuuuuuuu:
Os meninos cortados pelo comboio ainda mexem de todas as cores.
Todas as cores, capitão.
Todas as cores ao colo, capitão.
Capitão,
Todas as cores ao colo deles volta a dançar.
Tsht! (fez um estalido com a língua no céu da boca em ruído cortado à sucção do ar).

esqueci-me, tsht!

segunda-feira, 9 de março de 2009

conto de fadas FIM

.
de fundo então velho manco
.......................... saco
................... mas unha em quartos enegrado

....... estendendo à mais ínfima
........ voe
.................... FIM

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Riscadura de


Posteriormente, a chuva inconsciente do chá,
ou agora já no blaser.
No bolso.
Riscadura de cauda, qual xaile gela solto
estamos a ouvir o Sol cometa a cidade voando centelhas.
Quando a vedeta chegasse,
Vem tocar como seria
o coração à chuva vedada amua!
Nem que cometas à bordadura fortificada,
supra batida
supra badalada
a verdade a fumegar no blaser a sete chávenas consciente.
Ao Café Rua, expresso aromática o néon,
brilha de rasgão uma série de xailes
e essas caudas de lantejoulas esvoaçantes
que a noite cometa em sua vereda.

Essas esvoaçantes que a noite cometa

domingo, 15 de fevereiro de 2009

lapa ao mar

Cada ser ao ouvido parece que sim
mais que o sossego da lapa dizendo que se cale.

Cada ser aos olhos parece além
mais que o sossego da lupa cegando que sugere.

Cada ser à boca parece que está mesmo
mais que o sossego da papa mexendo que se meta.

E a gravidez do dia fosse-mos levar as ondas.





Adormeça a tarde, parece que sim

sábado, 14 de fevereiro de 2009

miúra, o Papilon ao voile

Que tem Papilon I que marra o voile?
Cometeu homem de plissado miúra espécie vã?
Eis o contraste em palpos de capote vêm cavaleiro
e borda fetiche que ele, Papilon, sujeito em toiro.

Que tem Papilon I ?
Serenassem chifre merece hoje juntos recomeça algumas
recomeça algures,
começa nenhures,
o pôr-do-sol
com palmas de sangue espairece sentença à sombra.

Que tem Papilon II que marra o voile?


Contraste em borda fetiche

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

DESMASCARAR A EXORBITÂNCIA COM SESSENTA

Já Emanuel, não o segundo, tosse o caudal de sonambulismo. Forjasse-lhe já a celebração da água, Emanuel, não o sogro, vagueia, vagueia agoiro inflama do já Emanuel, não o seg…, o sss, cuja prática manteve-nos água por um triz sob vela mediada, já Eufémia, não a fita (a enfermeira), corre atrás desmascarado a exorbitância gota com sessenta, já Emanuel, não o g , aguenta, aguenta, aguenta o que pedras tecerá, subjaz apaga-se por um fio. Já Eufémia, ela própria sim, torce a série à paisagem de águas e trá-lo à realidade.

Tosse o caudal de sonambulismo.

domingo, 18 de janeiro de 2009

ESTE INLUGAR

As montanhas sem propósito quando correm para .ác
Têm chinelos, têm gaiatos a rebolar pela terra,
têm narcisos pelo som vermelho das poças,
Quando muito estavam todos à espera de sê-lo,
como cada faca de outra reza.
É de tal densidade esta sensação!

As montanhas sem propósito quando .ác arap merroc
Têm socas, têm viúvas de joelhos pela terra,
têm goelas às covas do vento,
Quando nunca, estavam todas à espera de tê-lo,
como cada alguidar de outra aldeia.
É de tal densidade essa perda!

As montanhas .ác arap merroc odnauq otisóporp mes
Têm botas, têm soldados a escorregar pela terra
têm harpas no coágulo da noite,
Quando muito o amanhecer já não conta,
como cada brinquedo de outra mão.
É de tal densidade este inlugar!

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

AQUI E AGORA (fragmentos)

À prova de choque com um gesto cercado,
erguei-vos aqui do lázaro, com os cornos mergulhados, beberam o desmanchamento da morte aos que pregarão exactos.
Portanto,
para as bóias que se atiraram aos afogados:
SAÚDE.

Para aqueles, os desorientados no bom caminho:
SAÚDE.

E às árvores que curvam e tirámos essa pergunta;
Ahhhhhhhhhhh!!! Saúde.

Aos que batem à porta e ficam na rua de bois;
À ordem cúmplice sem taça para estar sol.
Àqueles que não tinham e tornaram-se na noite de 17 de Janeiro de 2004.
Iiiiiééeéééééeeeeeeeeeeii Saúd

À contagem do zelo final e era ainda um. Aquele ali.
Ao desmiolamento das grit… das algazarras;
Às tripas até à garrafa tivesse um susto,
Mais,
Aos mentirosos e exagero de suas “queridas” afinidades;
Aos derramamentos até chegar à fala, mas não passam de espumante.
Êêêêeeeeeêeêêêêêêêeee

Como me junto à curva daquela árvore?
«Há umas duas semanas atrás, os rochedos sem precedentes de onde lufam as brechas vieram estas lajes numeradas. Caríssimas!»

Aos heróis que ficaram sem braços e apontam para ti.
Ah! Ah! Ah! Ahhh!!!
.
.
Aos…
.
Ao vómito que sem apego, mancha muito ignorando.
.
Ao, ao…
A esta costura, aqui.
.
.
.
Ao…
.
.
.
.
.
Ao infinito das alterações;
Ao…
.
.
.
Ao erro de pensar cheio de carne.



Aquele ali.

domingo, 11 de janeiro de 2009

Beijário virtual


Um beijo com três rodelas,
uma das quais leva a urgência do nú
a outra leva a boca onde posso estar lá dentro
e a última tem o poder de excitar tudo vezes sem conta.

posso estar lá dentro

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

ARAMINHO DA GUARDA /JARRA DE GANCHOS


Holanda meteu a mão pela grade e abriu a porta por dentro.
Abriu a porta por dentro e
só o guarda chinês, sob-fissura, fazia-a qualquer noite numa jarra de ganchos.
Numa jarra de ganchos,
numa ausência de margaridas,
já eles ocultando de bruços pelo chão curvassem araminho grande.
Cavassem araminho grande,
tirassem por quem as fechou,
crasso erro esse de Mao que noutro alarme a mais quebrou.

Só um gancho chinês, sob-fissura, faria uma noite com um araminho da guarda.
Com um araminho da guarda,
com um alarme de margaridas,
já eles, ocultando de bruços pelo chão, entrassem de arame curvado.
De arame curvado,
orquídeas por quem as fechou,
crasso erro esse de Mao que denunciara de vez quem vos tranca.
De vez quem vos tranca,
à vez de quem vos arme,
Holanda meteu a mão pela grade e abriu a porta por dentro.

Já eles ocultando de bruços pelo chão, cavassem de araminho grande.
Cavassem grande a noite,
quem por essa jarra os traga,
crasso erro esse de Mao que noutro alarme quebrou.
Que de vez quebrou,
à vez quem vos leve,
só o chinês, sub-fissura, traria outro chinês, sub-fissura, traria outro chinês, sub-fissura, traria outro chinês, sub-fissura, traria outro chinês, sub-fissura, traria mais outro chinês, sub-fissura, traria outro chinês, sub-fissura, traria outro chinês, sub-fiss

Traria outro chinês,
traria ainda mais outro chi
Holanda meteu a mão pela grade e trancou tudo por dentro.

Crasso erro esse que denunciará quem vos leve.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

O toque da fã

Ali no palco a tocarem qtoque, não consigo
Estou a g
São os tók
São os tók vejo que a-me arrepio
Nos tók estou a chorar, não consigo
São os tokio atocar estou achorar amoachorar
E choro a quero emo toque
Chor emociono-me aa Tóquio
Não consigo choro e bate bat estou tel com os
Tóquio hotel não consigo ouvir
Estou tão tempo troco soluço a chorar
já não oiço
desmeio de amo chorar e os tókio hotel a chorar
E choro ainda por hot eles
que nao vejo
Sou deles os tóka-me hát imort chorar
Oiço nel palco ali tão perto já aqui
Não me consigo controlar não choro
E arrepio e emocion consigo,
estou a chorar


não consigo ouvir

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Diamante

Alumiar os olhos directo aos avaros salta quem te ri.
Há algo escuta esse aparelho tão evidente.
Nos barracões:
Tivesse-vos pose a varina bradaria aos serôdios suma história após história, mas nada que nos chegando ao domicílio na brandura das nossas mãos, réstias dela.
Na sala,
tudo o que Domingo sobeja é uma imprestável salva de fracassos.
Nas ruas,
vós os bravos, essas estrada afora que só fazem cimento cada vez mais estreitas e amuralhado em escadarias e salas e toalhas tensas e réstias de côdeas e uma blusa a arder e vós os bravos afora numa corrida de bicicletas cada vez mais becos a escutarem horas de cinzento.
Alumiar os avaros salta aos olhos de quem ri na tua requintada.
Nos barracões
e voltem à esmola de vossas mãos. Ponham-se à escuta, varina Tudo o que penso chega-lhe ao Domingo na brandura das mãos.

escuta esse aparelho tão evidente

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

feto ao sifão enrolado


A lógica é... talvez.
Mas revolta nos meandros opaco, convicta, separa confusas destes semáforos ora obviamente, ora peremptório disso quando as passagens trajam emaranhados, as ruelas em esquinas a confessarem-se umas às outras a noite balançando contornos da ultima vez, o raid vira-me ao contrário desse juízo a fugir na estrada a correrem atrás de mim a pino a a a, a mudar tudo, a esconderem-se debaixo da cama, a a ponderação a decifrar disparos subjectivos, coelhinhos a ralharem na cartola com falsas juras, cruzamentos de fetishes dispersas, música, muita música e filas enormes preocupadas fazendo escuro com réstias de sono atolados para aqui! E nem… e nem encontrados com vidros partidos de pontos de vista à toa se finge a verdade.
Se se buzinassem de Deus tomara a equação conforto da manta,
se puxar ao sentimento,
valha-me Dele e tapar-me humanamente, isso aí Sim, além passaria legendas por cima dessa condição, e voltaria atrás para dizer logicamente que Não. Mas Sim. Não. Não digo nada.
Sim, digo, digo. Sem esses badalos esfolam certeza na descarga de atirar eus pra cima de mim, que vão, que vim, que são, que Gin, que tão, que tlim, que tlão, enrolado feto feito no sifão. Só ele decidirá, mas depois, quando me relevo, os grandes boémios já se foram, e pende o intuir no passo: é-me Sim, sem adornar quase por dois, uma de um lado, apenas de outro, mas é Sim com esses demónios empunhando os factos como Não também à tona.
Mas pode ser Sim. Ou Não.
Se à beira do risco, uma a uma, de repente todos me saem e quem fica à luz por mim sê essa contradição, a resposta sei:
Sim e Não.

Tapar-me humanamente a atirar eus para cima de mim.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Dual: a primeira palavra com aspas


Tem um andar para longe à espera de chorar cada vez mais nau em apuros.
Agora acabou.
De volta começou.
Para lá sumiu-se.
De volta começa.
De mortiça rasgámos a vontade de desistir.
Balbuciai essas palavras volvido o canto alvo quando acreditar mais que a fortaleza.
Agora acorda-me.
Dormitai dorme, dorme, dorme.
Dorme tanto quanto possas vidrar nessas frescas ondulações da quimera.
Prolongai no espectáculo da fenda com um abraço.
Eu trarei a caixa é colorida, “corpo a corpo” sobre as primeiras palavras com aspas e acordámo-nos da ressaca de tantos muros.
É sobre isso que te peço: não desistas.

quando acreditar mais que a fortaleza

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Abai os heróis de si


(um fragmento epopeico-impensamental - 2008)

Abai os herois de si

(…)
89
Foi tida pelos áureos sedada fazenda
assinados de volta a Inferno ardor
corajosas a perder brusca sentinela
outros pulsos atravessaram fuzil da lenda.
A fama oeste do capitão é dele mercador
são relógios d’oiro armados com agenda
por meada de luares o fio fosse bagatela
apregoou sobre serras importantes se prenda.

90
Com biombos de Nabão arvoraram eunucos,
lutas de colégios por mil despertassem
a aventura duma flauta atravessara a verdade
cheia muito de trás numa pausa deserta
a luta das facas mexeu-lhes com serena vaidade
o entardecer duma graciosa Limusina
quase essa pérola se debruçasse aos poucos
até novas ciladas de bandeira em ruína.

91
Gonçalo, listen darling, listen to me,
cada captura busca novamente faunação.
Que os extremos abem nus imperadores
cruzaremos perfis arrancada perfuração
por estranheza pá mistura avassaladores
mesmo quando se apartava nítido alento
ínfimas saídas de viajantes inspiradores
só o veludo jamais consentirá noutro aposento.

92*
Uns vão nas almadias carregadas,
Um corta o mar a nado diligente,
Quem se afoga nas ondas encurvadas,
Quem bebe o mar, e o deita juntamente.
Arrombam as miúdas bombardadas
Os pangaios subtis da bruta gente:
Desta arte o Português enfim castiga
A vil malícia, pérfida, inimiga.

93
Acolhei os recem-chegados de fraude obreira
donde polvilha a sequela de canto por mais
molhados da Terra-Eifel faziam as festas
lá para Dália a flor, sequenciardes ladeira
no convés calçado da China às giestas,
partilhasse com luto o sal de animais.
Tomardes guarida sem alojados pioneira
o longínquo de esquecidos colhesse-os demais.

94
Imperfeito coágulo por vozes alerta
só os cavalos relinchariam a lisura materna
suturando o fogo invulgares missangas erigidas
à cascata das causas mais que incerta
p’la importância que valha a ordem das feridas,
o estalar do verniz sem a raça da perna
entoava o pranto das rezes semi-comidas
e repousasse porquês na sinistra descoberta.

95
Por um semelho amainada bússola atraca
soberanos oitavos ao centavo severamente.
Trovejai senhores astutos quão picada pele zelas!
A volúpia mal sobejara bege à sua frente
quedavam enfermos aos rádios se sente
aquando Gonçalo só abraçava as velas.
E de quem dragaria remota peregrinação,
suadas lagostas em mapa cochilavam.

96
Contagiosos canhões de cem por cento
avistaram naves de emboras soou
chagados de lautos povos inquietes
fossem de fivelas gargalhada adentro.
Sobressaltaram a nobre sombra de Sorvetes.
Até Gonçalo nos arrozais é mandarim
trouxe a teimosa geleia de tapetes
por lhes ver pó-de-história-sem-fim.

(…)

a volúpia mal sobejara bege à sua frente

* apropriação da estrofe 92 , Canto I da obra “Os Lusíadas” de Luís Vaz de Camões, 1572.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

O ponto


No bacharelato do tempo, aprofundei os nervos engulo a elevar do Sol. Aconcheguei à ravina, olharmos o astro, a satisfação das ondas e a brisa cheia de palavras certas, digo-me: “Faço parte disto. Faço parte disto”.
Nunca para além das livre matiz, traçasse-mos a verdadeira jubilada, os sentidos não viciam as horas que eram.
Ir.
Irmos.
Vamos.
Vamos como imaginássemos certo dia a montagem das nossas vidas sobre o canto das projecções num único ponto.
Vale a pena sair.

Faço parte disto. Faço parte disto.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Foge mulher

No forro do telhado, dentro dum saco psíquico
reza àqueles na volta do caixeiro
lanhos por todo o lado com asna espontaneidade traria o triunfo nas botas.
O matarruano, que ninguém extasia a fera sobre um espelho, vem com a matriz do estupro à Pavlov com outros viajantes ramifica ao demónio da aceitação.

No forro do bebedoiro, dentro dum cor-de-rosa
atingirás a madrugada adjacente a gerar manias só vêm escondendo psíquicos que agarra em cutelo à madame francesa quão fio não podem evitar.


Na forra dos pitons, dentro da pasta
espirram os lados por todo o lanho com sob verdume histérico sendo a metade morta por adornos de minúcia e no ferro do pé-de-cabra jazem aqueles três filhos das unhas volúveis como trunfo.
Na forra do charme fostes psico-manipuladas.




Sob verdume estérico jazem filhos das unhas.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

CALCULAI-NOS OS SES


Como se fosse acervo,
o infinito aparece sob farpas relevantes
quando nos refere às sequelas de escorço inscrito,
e partisse sequências de mel.
Figurava constantes l’esprit est force de les considérer,
VERGAI
a qual construção força além do lance,
alumiando a tinta em múltiplas de linhaça.
ESPADELAI
como se fossemos um vaso plausível, baseado sobre ilimites errados are friends of mine and cercai disso,
vil consciência de tanto desmesurado.
Calculai-nos os ses.
De que poderás informar, a pontos que devasto um senhor persiste num recado arredado das bruxas?
Seria desejável explicar o inexplicável durante o Dezembro inverso.
Dessa tal escrita infernal
assumiremos que é o pior inverno,
embora Dezembro não seja certo
nem bons desusos.

calculai-me os ses num recado arredado das bruxas

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Às vezes começa



Na praça varandins
Na praça principal em primeiro lugar
Na praça circular utiliza ao expor suma unidade
Na praça principie circulamos sem pressa memorável de X
Na praça começa por ser na semana
Na praça quem diria sem zero só nos conheceremos na musa
Não começa só nos lugares me assoma à direita
Na praça circo que vezes à terra ou janelões
Na p
Na praça vaga lá beira não nos encontrámos é pouco
Quem vem que diria às terras? cinco caminhos te começo
ça
Na praça voltai janota a decisão sai às mesmas
Só nudez vão onde ocultais, pausa soltando cortinas, reencontra
Na praça, quem corta à esquerda, obviamente some-se para lá do vão
Na praça, quem vem ao arco, pouco anterior

só ocultais onde te começo


A LAVRAR FRACASSOS NA ÚLTIMA TOALHA DE SEMPRE

  … os dias já sobram mesmo sem lupa e tenho a pergunta dum pé: Que mutilação inevitável salvará o mundo? A mão responde:  O Sol mandou-te a...