sábado, 7 de abril de 2007

Atraía ao ciclo para atravessando


(da caótica primaveril)

Um Lauro, com aquela veia de Março, agarrava duas máquinas de escrever pelas teclas, como quem agarra dois flagrantes pelos cabelos e saem do prédio sem ter escrito um ciclo. Preferia várias jarras, com os pés nas sandálias vendados, estariam cheias de respostas gastas espetadas por uma flor sem profissão.
O livro de carroçarias (penso!) sensivelmente a prumo não atravessou a avenida durante todos estes anos.
Mas, exaltação dos ovos?
Se deverá suceder novas intenções? àqueles tão altos sorriremos duma paradinha das pálpebras; do chão que vergássemos; do camponês a olhar, feita mandriona, para um arroto verdejante com a cauda pisada de margaridas.

altos sorriremos duma paradinha nas pálpebras

(queria dizer porte à corola no máximo)

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