quinta-feira, 1 de maio de 2025

SEGREGO DÊS

 Escuta lá: curto alvarinha e puxa área gramita. Salte baliza e repete-lho vigo sem contra-Kg. Eu avisei que fruta vai truta noviça jato abaixo à zona insane. Há uma certa beleza nesse, no pavio… Pois cautela “A mesa W ocupou um lugar estuque” pensou um segrego só porque caiu em lírico saber. Mas repara!! Repara como estas coisas encaixam, estás a brincar?
— Não! estou interessa-se. É por estar em más comichões e zás! 
— Absolutamente. É tão raro isto!! Mas não gastes mais executá-los-ia “Yes”, um ser perigoso.
— Eventualmente, mas não lhos dês.

muita segregança canta-Kg



quarta-feira, 30 de abril de 2025

TREMEI QUE CONSEGUIM


— foi ali que ela pôs os óculos e rogasse seus pios, pediu-lhe ó cócoras.

— B-olhar cega à dos picos calha pô-lo de costas, não?…

— Não, não, ela foi por alim.

— E para onde é que ela foi?

— Foi por alim.

— Para onde é que ela foi?

— Por alim.

— Pr’onde é que foi?

— Alim

— pron’q-foi?

— im

— Uma lagosta da avô pesquisa terraços de quem dissolve; um lagostim dou-lhe ó cócoras e um olhar B pesando de costas é aquim.

— Aquim mesmo possessa os óculos?

— Aquim mesmo pusestes lagostim.

— Ah!... Conseguim!


Uma lagosta pediu-lhe ó cócoras.



sexta-feira, 25 de abril de 2025

DEVI BORNE A URINOL

 E agora? Como é que a gente resolve isto, se da esquerda babam ovo? Chegas lá tu e vês que plantam o atraso, mas não aceitas. O que aceitas é fala do vizinho maxilar. Uma coisa infeta luz-abafo e outros espetas. Infeta treliças com esfolo favais; infeta gripe hastear exclusivamente sentenças à direita… Coisas assim. dá-lhe a mais de 40 não é obrigado, gelam verborrança aos hábeis e aprecia a crítica que só canta ”Ah Saudades Da Tua Prima”. É para aí que nós vamos. Os desafios à compostagem furam selvagem estampando para ti numa voz suave…e… e… e é então que ouves “TODOS PARA O CHÃO JÁ” e mijas-te todo.

Desinfeta luz-abafo e outros espetas.



quinta-feira, 24 de abril de 2025

PARABÉNS (variação II)

Parabéns a você

detergente colide

repelira presa ou colhe-os

masca sarda rir-se-iam.


hoje evoca polegadas

greta seca supondo

furna apanha… (enfiar nome)

e groselha luz em bife.


engenheiro de cadeiras

parasita com esfolo

prestações serôdio o busca

desta vira e agora pensa.



Parasita com esfolo.



quarta-feira, 23 de abril de 2025

Beiró de ceptro ó grão

Eram tubo de doze corrugado quando o outro impôs testos em grão vaginal…! Precisamente. Depois reclamei juntamente ao caixa e disse no mínimo pendural: “Foi torta por quão Tó come soja.” Aqui “” entenda-se rouxinol.  Ele cantou na primavera e não reclamei. Não há razão para isso. Flores. Cores. Borrão! Só reclamo se irmamente opta paus d’Alcafache devendo males de bronze à picareta ou sarjas. Nem que venha o caso-a-caso cujo santo agudiza vias de ceptro lá no canto. Casaquinhos? De esquerda babam ovo, isto é, são muitos anos… mas isto cada vez está mais sofisticado.

Só Tó come soja!


sexta-feira, 26 de abril de 2024

50ª

 

Cheguei gatinhando ao nosso dominó de séculos e as viaturas cravam pio inimigo por demais prémio se poeirada culparia um caso prático. Amolei por flutuam gritaria e gang-feto arrisca-me potência de salgueiros. quis ele subir lasca flor por cento, dessa agudeza pinta muros num porte de guitarrecas para a nova moda ficante. Relacionado mova-lhes abril com o que passou, ata juntos jamais será proíbe nem te aflige. 

O progresso ou sou como eu? Já não há bombos à rasca. Há O sinónimo-gancho quanto mais figure levai-nos sortudo ou retirariam aquela palavrinha zumzumzum que não podíamos picar. Ainda bem, praça. A tentar vales e cumes, escureçais esse advogado que ainda late sozinho e escreveu uma cartinha em grampo desaprovador. saiu do armário e quer agora degustar melões do Gulag neo-liberal. “Caga no gajo, pá.” 

Não temais este zumbido que não te sairá da cabeça, é o povo a imaginar o húmido prolongamento de si. Assim sendo…

Acordei e disse “BOM DIA” pela quinquagésima vez.


Zumbido a tentar.


sexta-feira, 19 de abril de 2024

GRAAL ATRÁS


suma culpa o boicote à bboca saúda-se atraso de Deus desorientado lavando-te um pé de sombra que calhe por jejum e nem sei que horas estilaste-lhe estrafego-rumo.

tu é que Fostatraz de mim Fostatraz de mim… Fostatraaaz com língua na salada pia, 

inspirando cálice síntese por jacintos levai entranhas de igreja devolvida a quem lhe ppintou risos mortos impulsados. Levai essa adaaaga… 

tu é que Fostatraz de mim Fostatraz de mim Fostatraaz com língua nasalada, 

se já encontrasse descontos de Deus cujos ccinco punhos restam-lhe segredo de volta a sussurrar glicerina filhos ensanguentados atrás de ceca t’engole dó. 

tu é que Fostatraz de mim, Fostatraaaz, de mim Fostatraz com língua na sala da pobre Óstea fataal, Dai a ceia-lençol, galga nos terceiros suicidantes quer estejais a sprintar à sede quer hesite-se. Não m viste chchorar lá fora pois não? que dizes boca fúnebre!

tu é que Fostatrazo de mim, Fostatrazo, de mim Fostatraaazo com línguas aladas a chucharem-se lá em redor onde calhe no auge tubos contaminados d’alma até ao badalamento derradeiro. 

AGUENTAI-TE PEDRA SECA: lá descontam-te Deus totaal.


volta a sussurrar glicerina


domingo, 14 de abril de 2024

TIRARA LACA DO MÁRTIR GIRO

 

No bote de carvalho jogatina que a simpática delineia sob molotof, há um tom que não te sairá. Acautela-te ao vício de chefe que tirara laca onde choraremo-lo gorda a mais um mártir giro. A mamã defenderá sempre mas há-de cobre, hás-de pilha acotovelado por entrelinhas na caminhada sobre bodes e a brava dirá “Não vás por aí, parvo”.  Aprendeste, sabias que escusa de perno é Paypal, sabe bem o que é arte cénica que paga gnu, mas sem gare terei um boné, agora tu nem erga a mole conforme estás acamando doce. Não te ensonei, agora arca.


Sem gare terei boné.



FACT CHECKING

 

Há falta de invés sob casta defumados apara como fosse inchável. O ratito assoma-se mas disputa algoz em sorrateira fisga se desaparecer quilos enquanto de pé Bernardo não o viu. Portanto, depois que saias com litrada ao feudo, comichão matilha e jura flanela entreaberta sem demitir-los raspadinhando aqui e ali… o favor acerta a jusante?  “Exatamente não tenho resposta para isso” disse no lado Brando já desaparecido em cós de triângulo mercadão (está gravado nesta fita). Está comprovado que nada sai. No fundo, o que se sabe é o modo ripado com meia na cabeça estaria convencido de guarda-a por chova sem sinal no fundo do oceano. Jurava que era fatia, mas com aparelho assoma-se prova a pé de Bernardo.

Guarda-a por chova (sem sinal).





terça-feira, 9 de abril de 2024

NA CAVERNA

 

AH ah ah ah aah… AH ah ah ah aaah… AH ah ah ah aaah… AH ah ah ah aaaah… AH ah ah ah aaaaah… — ou se onde o pões.

A sola em eco escala para aquilo onde vã brincaria estivera a espremer-lho. E aí, riacho de dúbios trouxe sua Eduarda novas vagarosamente. Mariana esperneia choque único de baunilha através de préburaco e consegue pendurar. 

— Paulinha, Paulinha… — chama onde o pôs a consumir-lho faça.

O lusco-fusco manipuuuuula.

AH ah ah ah aaaaaah… — ouvia-se eco de quente giz.

É de tomar medo! O uivo guturante da pedicure cose a minhoca e assobia. Eduarda foge em penico extra-multiplicado onde vã brincadeira a espremeria à derradeira, mas Mariana não larga escalpes com sete figos amadurecendo. 

Estrada afora Paulinha perde-se ao mofo e choca. Eduarda imita-lhes em penico dividida onde vil diarreia tinha ido longe de mais.

— Não, não não.

O lusco-fusco irriiiiiiiiga.

— Sai daí. — grita num laço frio imaculado.

        A forca é maior que pendura e baloiça mais sobre Mariana incauta. Eduarda evita surpresas de Jamal que esteve sempre acocorado à gargalhada.


Paulinha perde-se ao mofo e choca.




SÓ DEMOLI

 

— Espera aí… que grandes baforadas de susto avisto! — refere Dâmaso perante lambril.

Com preguiça de andorinha doravante a loja filada de puro fogão zumbe moscardos. Ao meter, Silva erra saloia com pérfido boicote da tia Otília. O contrato que acusara amianto pereceu rara doçura, certo seria se pacote de sanca espaçadiça alumiaria posta embrulhado, porém não vinha desacoplar-lhe gelo com baú e o cinzelar dando cuidadosos.

— Cabe tudo dentro? — amónia o namorado.

Ela tem isto lindíssimo, exclamou logo. Eu pelo-me por viçosas na véspera... Hei-de voltar um dia destes, com mais vagar, para ver tudo de dia. 

Antes de surgir, Desuniu o divã de Otília com os hojes despejados de grandura antiga na mesma missão da pressa com que se sabe pandemónio. Clara chora:

— É grande para meter! — apalpando a elasticidade.

            Não.


Hojes despejados da pressa.




segunda-feira, 8 de abril de 2024

ARREDONDAMENTO

 

Tijolo à deriva suja eventualmente mirone, ou atrapalharia seco impreciso?

A seara grande solfeja a lupa p’ra não te dar a mão, mas a caixa embebe qualquer toque à manete. Caso as patitas cubem a esquadro, assuma-se pequeno o grado mais ou menos por um coiso velhaco à dimensão… supostamente. Não me lembro de sentir larga em livre milímetro, assumo uns pomares doutra torneira sem efeito. Esquece mil e tal. Só se calhar propagado azedo em chapa vazia, burla stock superfácil ao porteiro. De resto, não faço ideia, tanto infinito deslocado a seco não dá expresso nem trajeto colado em morna casual; deixa lá, um dia destes na íngreme contagem com moleza enxagua-a tu.


Enxagua-a tu.



sexta-feira, 5 de abril de 2024

RELATORIO

 

A condutora da viatura encarnada que arromba a paragem da via não avanssou rapido. Proximo da paragem acusa sinal de proibido já que o Range Rover se encontra-se perto da saida da via então acidente de inverção de marxa o condutor sem viziblidade só pois da travar saiu da paragem do condutor do Range Rover. Não conseguindo evitar a paragem da via sem da zona de paceio e chuva onde a viatura trava-se enbatendo o muro ao virar da saida a condutora ao condutor do Range Rover atraveçasse e torce á paragem conforme o esquema desenhado em anexo um. O acidente como relatorio dê-se com testemunha acidente de paçar relatorio.


Anexo um 



quinta-feira, 4 de abril de 2024

ORAÇÃO (ao formigueiro)

 (atando côdea ao punho)

“Zelosa alma de ti braço caçado, 

deduz feia choça ah” galhos rido

aqui vingará tronco que serva propagasse à cisma oh” restos d’olhos,

não te vergará meada espírita à comedura lho pôs,

de hoje em diante sais famintos expelem insetos h*hhxx prometido 

e lambe-te pão|toldo, pão|sina, ao princípio encherá quão lho franze

minguando o tapamento das espigas por ti bem lhos temeu

e só assim mãos vazias acanham esfregante oh” trono a sete

virá batalhão ao desprendimento biscasse disputada cavalgância

Vinde oh” estorvo entre fogos à gentalha necrovivido

um poder de teu braço catado iiiihhh” CAVALGA longe e… superará, 

superará, superará, superará, superará, superará, superará; CAVALGA longe e superará, superará, superará, superará, superará, superará, superará; CAVALGA longe e superará, superará, superará, superará, superará, superará, superará.


Quão Lho Franze



quinta-feira, 28 de março de 2024

EM MANHÃZITA É

 

desígnio ionizante ativou cristal quando sabereis renascer

melhor luz anuncia precedência e confunde decotada Pfumela, 

mas frescura simplificante tinge mar à desistência.

Se as asas não chegam ao doce duma jóia expedita,  

noutra pluma predestina vento até que decote vastidão alva

Amanheça tarde consoante soa a ionizante proeza de revelias 

mas que amanheça aleatoriamente

amanheça tudo noutra janela agora consolando aurora,

e atrapalhe prévias ravinas, fragatas, versos de portugais a noruegas.  

ontem amanheço-me consolado na ascende soberba Pfumela,

mais amores amanheceriam.

porém desamanhece-se lentamente em palha atmosférica, 

sem ordem galática aparente,

sem instalar pensamento aurorizante… 

Pena!

Hoje a manhã quotidianiza-se e faz sobrar o dia inteiro. 


Desauroreamento até ao decote.


quarta-feira, 27 de março de 2024

DESISTÊNCIA DA MEMÓRIA

 

martelo oliveira perdeu a cabeça!

a controlar o futuro com um pedregulho em nó muito fragilizado, tenta sentido da corda que dura calcinante. Saberíamos cegonha das chaves de rapina? e rosa dera?... 

oliveira vai passear a chuva sem tostas! Levava aquela cor, sem ventania, muito antes de postas gostaria. martelo veio a assobiar castanho vazado de juntar pesponto àquela música pop. Sem cinquenta testas, oliveira cegonha escapando à cabeça redunda azedume. Perdeu ramos minimizando à ré e priva voo por farda rosa. rosa deu, mas chaves nem vê-las.


A controlar o futuro com um pedregulho.


terça-feira, 26 de março de 2024

NA LÁPIDE

 

eis um ângulo deste instinto

depois do útero um desesperemos

que ente lateje fractais no dia depois  

do céu abandalhado guiava desejos ao abrigo

pois ninguém arranca luz a temer bijuterias

sua vitória é ferida minoritária

olha-te no que encontrei espinho gritante,

no dorso dum equívoco noites trançou

a coxia de batidas nunca foi protocolo

e o etéreo ficou bem mais robusto

agora sim, é feriado.


desteme bijuterias


segunda-feira, 25 de março de 2024

APAZIGUEI-O A MORDISCAR

 

Por muito mais fugi cancelado. Não tinha, mas esponja de scanner desfocaria excrescência, logo, arrancado do costumeiro pedregulhar a agenda: separação cruz. As demasiado estarrecidas, milenares diria, em 32 toco na paciência das passas dá altos iguais e disso folares:

— Hey, uiiii Uiiii, trisavô!

estreamos então dentro da caixa curta de Cozido quando compõe ondulado se ripa desentupisse. Há um vídeo sobre isso. À falta de perda, o já putrefacto do frio difuso faz-me pensar “hummm, se Espanhol provento pique King Kong!”, improvável só para amolar, só para folar, só para regar almofadada pois tarde urde e apaziguai-o à parte - em privado, em segredo… em sonolência urbana hiberna mordendo.


passas no frio difuso


A LAVRAR FRACASSOS NA ÚLTIMA TOALHA DE SEMPRE

  … os dias já sobram mesmo sem lupa e tenho a pergunta dum pé: Que mutilação inevitável salvará o mundo? A mão responde:  O Sol mandou-te a...