— Não! estou interessa-se. É por estar em más comichões e zás!
— Absolutamente. É tão raro isto!! Mas não gastes mais executá-los-ia “Yes”, um ser perigoso.
— Eventualmente, mas não lhos dês.
— foi ali que ela pôs os óculos e rogasse seus pios, pediu-lhe ó cócoras.
— B-olhar cega à dos picos calha pô-lo de costas, não?…
— Não, não, ela foi por alim.
— E para onde é que ela foi?
— Foi por alim.
— Para onde é que ela foi?
— Por alim.
— Pr’onde é que foi?
— Alim
— pron’q-foi?
— im
— Uma lagosta da avô pesquisa terraços de quem dissolve; um lagostim dou-lhe ó cócoras e um olhar B pesando de costas é aquim.
— Aquim mesmo possessa os óculos?
— Aquim mesmo pusestes lagostim.
— Ah!... Conseguim!
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| Uma lagosta pediu-lhe ó cócoras. |
E agora? Como é que a gente resolve isto, se da esquerda babam ovo? Chegas lá tu e vês que plantam o atraso, mas não aceitas. O que aceitas é fala do vizinho maxilar. Uma coisa infeta luz-abafo e outros espetas. Infeta treliças com esfolo favais; infeta gripe hastear exclusivamente sentenças à direita… Coisas assim. dá-lhe a mais de 40 não é obrigado, gelam verborrança aos hábeis e aprecia a crítica que só canta ”Ah Saudades Da Tua Prima”. É para aí que nós vamos. Os desafios à compostagem furam selvagem estampando para ti numa voz suave…e… e… e é então que ouves “TODOS PARA O CHÃO JÁ” e mijas-te todo.
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| Desinfeta luz-abafo e outros espetas. |
Eram tubo de doze corrugado quando o outro impôs testos em grão vaginal…! Precisamente. Depois reclamei juntamente ao caixa e disse no mínimo pendural: “Foi torta por quão Tó come soja.” Aqui “Tó” entenda-se rouxinol. Ele cantou na primavera e não reclamei. Não há razão para isso. Flores. Cores. Borrão! Só reclamo se irmamente opta paus d’Alcafache devendo males de bronze à picareta ou sarjas. Nem que venha o caso-a-caso cujo santo agudiza vias de ceptro lá no canto. Casaquinhos? De esquerda babam ovo, isto é, são muitos anos… mas isto cada vez está mais sofisticado.
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| Só Tó come soja! |
Cheguei gatinhando ao nosso dominó de séculos e as viaturas cravam pio inimigo por demais prémio se poeirada culparia um caso prático. Amolei por flutuam gritaria e gang-feto arrisca-me potência de salgueiros. quis ele subir lasca flor por cento, dessa agudeza pinta muros num porte de guitarrecas para a nova moda ficante. Relacionado mova-lhes abril com o que passou, ata juntos jamais será proíbe nem te aflige.
O progresso ou sou como eu? Já não há bombos à rasca. Há O sinónimo-gancho quanto mais figure levai-nos sortudo ou retirariam aquela palavrinha zumzumzum que não podíamos picar. Ainda bem, praça. A tentar vales e cumes, escureçais esse advogado que ainda late sozinho e escreveu uma cartinha em grampo desaprovador. saiu do armário e quer agora degustar melões do Gulag neo-liberal. “Caga no gajo, pá.”
Não temais este zumbido que não te sairá da cabeça, é o povo a imaginar o húmido prolongamento de si. Assim sendo…
Acordei e disse “BOM DIA” pela quinquagésima vez.
suma culpa o boicote à bboca saúda-se atraso de Deus desorientado lavando-te um pé de sombra que calhe por jejum e nem sei que horas estilaste-lhe estrafego-rumo.
tu é que Fostatraz de mim Fostatraz de mim… Fostatraaaz com língua na salada pia,
inspirando cálice síntese por jacintos levai entranhas de igreja devolvida a quem lhe ppintou risos mortos impulsados. Levai essa adaaaga…
tu é que Fostatraz de mim Fostatraz de mim Fostatraaz com língua nasalada,
se já encontrasse descontos de Deus cujos ccinco punhos restam-lhe segredo de volta a sussurrar glicerina filhos ensanguentados atrás de ceca t’engole dó.
tu é que Fostatraz de mim, Fostatraaaz, de mim Fostatraz com língua na sala da pobre Óstea fataal, Dai a ceia-lençol, galga nos terceiros suicidantes quer estejais a sprintar à sede quer hesite-se. Não m viste chchorar lá fora pois não? que dizes boca fúnebre!
tu é que Fostatrazo de mim, Fostatrazo, de mim Fostatraaazo com línguas aladas a chucharem-se lá em redor onde calhe no auge tubos contaminados d’alma até ao badalamento derradeiro.
AGUENTAI-TE PEDRA SECA: lá descontam-te Deus totaal.
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| volta a sussurrar glicerina |
No bote de carvalho jogatina que a simpática delineia sob molotof, há um tom que não te sairá. Acautela-te ao vício de chefe que tirara laca onde choraremo-lo gorda a mais um mártir giro. A mamã defenderá sempre mas há-de cobre, hás-de pilha acotovelado por entrelinhas na caminhada sobre bodes e a brava dirá “Não vás por aí, parvo”. Aprendeste, sabias que escusa de perno é Paypal, sabe bem o que é arte cénica que paga gnu, mas sem gare terei um boné, agora tu nem erga a mole conforme estás acamando doce. Não te ensonei, agora arca.
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| Sem gare terei boné. |
Há falta de invés sob casta defumados apara como fosse inchável. O ratito assoma-se mas disputa algoz em sorrateira fisga se desaparecer quilos enquanto de pé Bernardo não o viu. Portanto, depois que saias com litrada ao feudo, comichão matilha e jura flanela entreaberta sem demitir-los raspadinhando aqui e ali… o favor acerta a jusante? “Exatamente não tenho resposta para isso” disse no lado Brando já desaparecido em cós de triângulo mercadão (está gravado nesta fita). Está comprovado que nada sai. No fundo, o que se sabe é o modo ripado com meia na cabeça estaria convencido de guarda-a por chova sem sinal no fundo do oceano. Jurava que era fatia, mas com aparelho assoma-se prova a pé de Bernardo.

Guarda-a por chova (sem sinal).
— AH ah ah ah aah… AH ah ah ah aaah… AH ah ah ah aaah… AH ah ah ah aaaah… AH ah ah ah aaaaah… — ou se onde o pões.
A sola em eco escala para aquilo onde vã brincaria estivera a espremer-lho. E aí, riacho de dúbios trouxe sua Eduarda novas vagarosamente. Mariana esperneia choque único de baunilha através de préburaco e consegue pendurar.
— Paulinha, Paulinha… — chama onde o pôs a consumir-lho faça.
O lusco-fusco manipuuuuula.
— AH ah ah ah aaaaaah… — ouvia-se eco de quente giz.
É de tomar medo! O uivo guturante da pedicure cose a minhoca e assobia. Eduarda foge em penico extra-multiplicado onde vã brincadeira a espremeria à derradeira, mas Mariana não larga escalpes com sete figos amadurecendo.
Estrada afora Paulinha perde-se ao mofo e choca. Eduarda imita-lhes em penico dividida onde vil diarreia tinha ido longe de mais.
— Não, não não.
O lusco-fusco irriiiiiiiiga.
— Sai daí. — grita num laço frio imaculado.
A forca é maior que pendura e baloiça mais sobre Mariana incauta. Eduarda evita surpresas de Jamal que esteve sempre acocorado à gargalhada.
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| Paulinha perde-se ao mofo e choca. |
— Espera aí… que grandes baforadas de susto avisto! — refere Dâmaso perante lambril.
Com preguiça de andorinha doravante a loja filada de puro fogão zumbe moscardos. Ao meter, Silva erra saloia com pérfido boicote da tia Otília. O contrato que acusara amianto pereceu rara doçura, certo seria se pacote de sanca espaçadiça alumiaria posta embrulhado, porém não vinha desacoplar-lhe gelo com baú e o cinzelar dando cuidadosos.
— Cabe tudo dentro? — amónia o namorado.
Ela tem isto lindíssimo, exclamou logo. Eu pelo-me por viçosas na véspera... Hei-de voltar um dia destes, com mais vagar, para ver tudo de dia.
Antes de surgir, Desuniu o divã de Otília com os hojes despejados de grandura antiga na mesma missão da pressa com que se sabe pandemónio. Clara chora:
— É grande para meter! — apalpando a elasticidade.
Não.
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| Hojes despejados da pressa. |
Tijolo à deriva suja eventualmente mirone, ou atrapalharia seco impreciso?
A seara grande solfeja a lupa p’ra não te dar a mão, mas a caixa embebe qualquer toque à manete. Caso as patitas cubem a esquadro, assuma-se pequeno o grado mais ou menos por um coiso velhaco à dimensão… supostamente. Não me lembro de sentir larga em livre milímetro, assumo uns pomares doutra torneira sem efeito. Esquece mil e tal. Só se calhar propagado azedo em chapa vazia, burla stock superfácil ao porteiro. De resto, não faço ideia, tanto infinito deslocado a seco não dá expresso nem trajeto colado em morna casual; deixa lá, um dia destes na íngreme contagem com moleza enxagua-a tu.
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| Enxagua-a tu. |
A condutora da viatura encarnada que arromba a paragem da via não avanssou rapido. Proximo da paragem acusa sinal de proibido já que o Range Rover se encontra-se perto da saida da via então acidente de inverção de marxa o condutor sem viziblidade só pois da travar saiu da paragem do condutor do Range Rover. Não conseguindo evitar a paragem da via sem da zona de paceio e chuva onde a viatura trava-se enbatendo o muro ao virar da saida a condutora ao condutor do Range Rover atraveçasse e torce á paragem conforme o esquema desenhado em anexo um. O acidente como relatorio dê-se com testemunha acidente de paçar relatorio.
(atando côdea ao punho)
“Zelosa alma de ti braço caçado,
deduz feia choça ah” galhos rido
aqui vingará tronco que serva propagasse à cisma oh” restos d’olhos,
não te vergará meada espírita à comedura lho pôs,
de hoje em diante sais famintos expelem insetos h*hhxx prometido
e lambe-te pão|toldo, pão|sina, ao princípio encherá quão lho franze
minguando o tapamento das espigas por ti bem lhos temeu
e só assim mãos vazias acanham esfregante oh” trono a sete
virá batalhão ao desprendimento biscasse disputada cavalgância
Vinde oh” estorvo entre fogos à gentalha necrovivido
um poder de teu braço catado iiiihhh” CAVALGA longe e… superará,
superará, superará, superará, superará, superará, superará; CAVALGA longe e superará, superará, superará, superará, superará, superará, superará; CAVALGA longe e superará, superará, superará, superará, superará, superará, superará.”
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| Quão Lho Franze |
desígnio ionizante ativou cristal quando sabereis renascer
melhor luz anuncia precedência e confunde decotada Pfumela,
mas frescura simplificante tinge mar à desistência.
Se as asas não chegam ao doce duma jóia expedita,
noutra pluma predestina vento até que decote vastidão alva
Amanheça tarde consoante soa a ionizante proeza de revelias
mas que amanheça aleatoriamente
amanheça tudo noutra janela agora consolando aurora,
e atrapalhe prévias ravinas, fragatas, versos de portugais a noruegas.
ontem amanheço-me consolado na ascende soberba Pfumela,
mais amores amanheceriam.
porém desamanhece-se lentamente em palha atmosférica,
sem ordem galática aparente,
sem instalar pensamento aurorizante…
Pena!
Hoje a manhã quotidianiza-se e faz sobrar o dia inteiro.

Desauroreamento até ao decote.
martelo oliveira perdeu a cabeça!
a controlar o futuro com um pedregulho em nó muito fragilizado, tenta sentido da corda que dura calcinante. Saberíamos cegonha das chaves de rapina? e rosa dera?...
oliveira vai passear a chuva sem tostas! Levava aquela cor, sem ventania, muito antes de postas gostaria. martelo veio a assobiar castanho vazado de juntar pesponto àquela música pop. Sem cinquenta testas, oliveira cegonha escapando à cabeça redunda azedume. Perdeu ramos minimizando à ré e priva voo por farda rosa. rosa deu, mas chaves nem vê-las.
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| A controlar o futuro com um pedregulho. |
eis um ângulo deste instinto
depois do útero um desesperemos
que ente lateje fractais no dia depois
do céu abandalhado guiava desejos ao abrigo
pois ninguém arranca luz a temer bijuterias
sua vitória é ferida minoritária
olha-te no que encontrei espinho gritante,
no dorso dum equívoco noites trançou
a coxia de batidas nunca foi protocolo
e o etéreo ficou bem mais robusto
agora sim, é feriado.
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| desteme bijuterias |
Por muito mais fugi cancelado. Não tinha, mas esponja de scanner desfocaria excrescência, logo, arrancado do costumeiro pedregulhar a agenda: separação cruz. As demasiado estarrecidas, milenares diria, em 32 toco na paciência das passas dá altos iguais e disso folares:
— Hey, uiiii Uiiii, trisavô!
estreamos então dentro da caixa curta de Cozido quando compõe ondulado se ripa desentupisse. Há um vídeo sobre isso. À falta de perda, o já putrefacto do frio difuso faz-me pensar “hummm, se Espanhol provento pique King Kong!”, improvável só para amolar, só para folar, só para regar almofadada pois tarde urde e apaziguai-o à parte - em privado, em segredo… em sonolência urbana hiberna mordendo.
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| passas no frio difuso |
… os dias já sobram mesmo sem lupa e tenho a pergunta dum pé: Que mutilação inevitável salvará o mundo? A mão responde: O Sol mandou-te a...