
quinta-feira, 15 de março de 2012
frequenta novo encanto, Nuno

sábado, 3 de março de 2012
Insoniarás um terço ao dia
Joanas dorme em apenas navalhadas sine die, e o arco permanece numa única posição: o pensamento único amarrado à deriva.
A arca acidental abre as mesmas. A cópia da cópia das ramificações similares imitando a eventual duplicado. Salvando escadarias inúteis quase vidra a impresença jugular dos mesmos. Surtos de veto laçam enormes emboras...
Vá! Dá mais uma volta na cama. Não consegues dormir, não é? Não paras de pensar naquilo!
Mais papéis com mais papelão à canzana por mais papéis por mais canzana à papelança. Com insónia dobrado que tu-dia perfaz a certeza com vigilante, perturbado, que tu-dia perfaz a escadaria até prova em contrário.
Joanas dorme em apenas navalhadas, incluindo a parte mais angélica inausente futura após a repressão do espaço continuar. Umas graças de nojento bife, brame a grávida. Metade do ventre às paredes grutas ajavardam em prejudicasse, como antigos capatazes a previram. Umas afastadas do dobro, prives escadarias ocupadas na hora em que alvejam o benefício dos capatazes repetidos. Pior só renascer nesses netos a quíntuplo desamarrado numa noite desconhecida.
E tu? Não consegues dormir, não é? Não paras de repetir aquilo!
Pior só nessas tropas nessas só melhor só nessas tropas nessas só pior.
Revelou-se abaladas marcharão por muito à custódia dos berros. Somente o precisamente é convincente apenas. Uma fobia de jumentos afligimos o que é de todos abarrotando velhas guardas de juramentos. Por isso, só nesses menores filhos a esmagadora amarram, embora só nesses filhos a esmagadora maiores amarrassem.
Joanas dorme em apenas navalhadas sanguinárias suporíamos; dorme em apenas desmoronamento de navalhadas. Dormirias a pulsão não podendo afirmar o poder de escadarias. Dorme avós apenas acabadas de nascer fatalmente.
E tu rebolas gastando a cama! Não estagnas o acreditar naquilo repetido, não é?
Sopraría-lhes os instintos noutra estreiteza que proliferássemos a troca noutra estreiteza os instintos suporíamos. Há uma reza que alcançando severamente, a lógica assenhorou-se a um terço de si.
Revoltas-te no leito, nesse leito insoniarás assim.

Magnânimo nula que nos demove
Avenidas de junto às quente hum zero já par; ruelas a quem bífidas nuvem te-acompanho, gerira luz onde crepúsculos nua vem quando acolhes. A parábola enrola cores de cinzento, suas articulações, e trocas de sirene imoradas já ímpar. Magnânimo nula essa espaçosa dentro de nós.
À huma, introduzo matéria orgânica para dentro do corpo, por uma abertura que tenho na cabeça. E não vou! Desse júbilo de inficar em algures aproximamo-nos a monte de porquês neutros lugarejos. Porque somos todos, anos e anos, aquela zona de golfadas ausentes que reticessem a rotina. Esta cheiura inventou uma nova esquina, gelada de apenas quase.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Num lufada de todos os tojos
Jonas veio com os olhos à mesma, veio vais ficar consigo à espanhola. Num lufada de muitas, portes os dentes e acenos ou até debaixo do marrón, não condigo se disseres todos os nomes de tojos. Muitos bonecos daqueles foram gastos! Aquilo é que só gozai de jeito por sorte fossemos buscar... apanhar (agarrar), rrrancando da terra para mais ninguém ver.
Aqueles bonitos que se pouco do quem soubesse outra, têm, antes a urgência muito forte ganhando delas abertas algo aqui dentro. Voltaremos com os olhos à Jonas e quem disse os nomes de todos os tojos, é apenas aquilo que meros contorno nítido às urgências de março.

domingo, 19 de fevereiro de 2012
Paralaxe de exatamente
Falta uma serifa aqui e
esta escrevejou nem um?
Como troca a resumir àqueles que paginam esta alavanca expressão em ponto! Comendo o meu roer interior da lombada à cerca de
como como a expressão falho, tocada e revestida,
chorescrevendo a grande falta da palavra coelha.
Faca a letra também escondidamente.
Falho a larva depois de morta.
Folheia a imediata pegada tocados no livro
a história vai ter aqui à
toca
exatamente aqui
escravejando o esforço
se coelha fizerem trilho fugidia
na loca há-de olhar.

terça-feira, 12 de julho de 2011
Quases d’água
Um de cada vala em dizer que mudam coro a 900.
Onzes de mar nãoHão-de quase d’água nestes quadrado
acho tão alto a qual 400
os óculos manda re-mim-me debaixo de água escorre
por mais darmos qualquer mãos sentadas de molhos
e muito mais? podeis de ansiosa mandarim, apenas uma pequena proporção da poça
à gárgula fosse mo’rgurlho de reimins aquando debaixo d’aqua
foçasse de brandura às pontes de lá.
Eu sei aqui conter-me-te desta bem
Vais vedando uma grande quota de jorras com goteje
debaixo d’aura ou 444 nToheass… nota-se quases d’água.

sexta-feira, 22 de maio de 2009
Prateleiras de rã
STOP
mata sólo unos poc
STOP
berbequim colide dez por repressões um pagamento dos 20.000€ o quil
STOP
rase only tha
STOP
em covas do espasmo rãs pulam a mentira oblíquo já hor
STOP
susto, ai que susto mini-falangetas prendem o berr
STOP
aterrou os Ocean
STOP
Não poss
STOP
Nã
STOP
n
STOP
Ai ai
STOP
STOP
STOP
STOP
A Alemanha à altura dos olhos salta desmesuradamente um serviç
STOP
vastidão é fêmea à queima-roupa vi-a salt
STOP
salta a rã tranquila…
salta a rã serena sobrepõe-se à potentíssima remesso de coxa furtando-lh
STOP
A rã
ali que os espante fuga à esqu
STOP
Permita-me o solucinho tira-lhes as estra
STOP
alisa os nadas STOP
estarás sempre nenhSTOP sempSTOP nSTOP
esfolSTOP
autorizando o erro movediçSTOP
A rã feliz é feliz é feliZ…
…
Hã?!!
É FELIZ
É FELIZ
partilhando chances e simplicidades…
VÁ
e àquele humilde ser sem fronteira
fora das caixas
ou
toda a vastidão do pensamento
ou..
como tu dizes:
“amo-te num dia frio.”

sexta-feira, 15 de maio de 2009
quinta-feira, 14 de maio de 2009
sábado, 2 de maio de 2009
ALICATE NUNCA
Portanto,
o Hugo não tem cabeça de caranguejo,
nem há braços cheios de répteis.
Neste humílimo espaço muito mentes abissais,
quando muito
um ombro franjado de túmulos numa mão muito aberta
isósceles a língua completamente calara
um objecto estranho na algibeira.
Hummm, um objecto estranho!
Entrai então
minha lábioquimia serrada
minha ponta na terra meu arsgrima…
Mas isto não é uma feira surrealista, repito,
sem um olhar um sem um Correio da Manhã
sem um…
com um com um
sem um
com um
com um Correio da Manhã
com um com um sem um com
Gang aperta mamilo de mulher com alicate
Claro que era preferível Hugo com cabeça de caranguejo,
como inventam os "surrealistas".
Aqui o mamilo dêem com línguas gang amariamos.
É tão raro,
tão raro o presente!

A LAVRAR FRACASSOS NA ÚLTIMA TOALHA DE SEMPRE
… os dias já sobram mesmo sem lupa e tenho a pergunta dum pé: Que mutilação inevitável salvará o mundo? A mão responde: O Sol mandou-te a...
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Poderei eu escrever sem ter nada para dizer? Alguma vez tentarei, mas não é hoje por força de muitos algumas, Tobias já mentiu tudo algumos ...
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Só te tenho a dizer uma coisa (espero que gostes): Por Garvão fiou-lhes palato isto dos poedeiros* seu nono bajulava gala à estreitas. * dum...
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ontens é dia e noite! É dia e noite averno a introvertido espinho e punta-se um para o fundo. A mocidade num salto de semi-filhó foi a for...


