quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Às vezes começa



Na praça varandins
Na praça principal em primeiro lugar
Na praça circular utiliza ao expor suma unidade
Na praça principie circulamos sem pressa memorável de X
Na praça começa por ser na semana
Na praça quem diria sem zero só nos conheceremos na musa
Não começa só nos lugares me assoma à direita
Na praça circo que vezes à terra ou janelões
Na p
Na praça vaga lá beira não nos encontrámos é pouco
Quem vem que diria às terras? cinco caminhos te começo
ça
Na praça voltai janota a decisão sai às mesmas
Só nudez vão onde ocultais, pausa soltando cortinas, reencontra
Na praça, quem corta à esquerda, obviamente some-se para lá do vão
Na praça, quem vem ao arco, pouco anterior

só ocultais onde te começo


quinta-feira, 10 de julho de 2008

Duas frases Ubuescas


Um tio, mesmo que não impeça nada, é um pudor vivo.

Não se é uma mulher livre, é-se uma sobrinha.

(frases quase impensamentais ditas na peça de Ubu Agrilhoado, na ESTC, como interpretação libre d'O Rei Ubu)

agora impensamentalizando:

O impedimento, mesmo que vivêsseis, não seremos nada pudor dum tio.

Não se é uma mulher livre, fosse-mos um sobrinho.

o impedimento, mesmo que vivêsseis

Sem pretexto vê-se como enrola


1ª parte- O cansaço sem soco

Moído ganha nomes não relação de goma sem distância comigo.
Executa-me em riscos quando mandam obras andando cansado algo que deriva órgãos e não sei sem curiosidade descalça porque vai negativo de aforma derrete de milhões de faces e ao grau de basta o cruzamentos fecham-me derrubado mas,
Sem eixo noutra tabelado às avessas já vi e não acho hoje meio plágio e não consigo, não comigo. e sabe resguardo à espera sentado ainda repete mais uma hora. Se não faz faça. Se não fez faça, que se faça, há vá. Está resolvidas no pantomina dos mundos causa em causa em tanque de dementação, esgotado desmama à carne ou à água não fosse água onde fica preso por gravidade eficaz e cansa-me como fixa.
A intoxicação vê-se mal do mesmo
e depois mais do mesmo à cintura. Cansei-me quebrada, ajoelhado de
a-tra-ve-ssa-mento pesaroso – archote sem ouvi-los, sem desmentir à tesourada.
Como enrola cansaço
minuto a mau e tamanho
quanto faz a saliva pesada.
Deito-me como percebo o calmíssimo pálpebra física amarrota calibrado juz pouco a pouco dado entregue às cosmos arromba, assombra e transmura. Na penitência a maço achapado, desferrosos, rodopio casto a mendigar os músculos à falta de dorso, beleza e um tudo por fazer.
, sem ronha umas a libertar coeso malha em museu do cansaço esteira no equilíbrio a olhar para o centro geométrico do cérebro, onde o sonho velho nas quatro tardes um projéctil desce cada vez maior sob longínquo urde prática e antigo incómodo. Uma santo vem sim! sozinhos de pano melancólico
(um detalhe cansativo, artificial que está aqui, aqui, aqui, aqui explorado em pinça encravada, qualquerzinha, porque está aqui um detalhe cansativo), não é bem assim em todas as áreas é muralha daquele Luís capturado só não é cansados que não querem dizer nada, apenas desci desde que nasci.

2ª parte - O cansaço no cavalete vai-te macilento

Responsáveis por isso, mas. Depois vem ela a falar, sempre na lista ando na lista quase todos eus, por exemplo nós quanto mais não seja o ganha-pão, e não conseguisse mais uma banalidade sobretudo obrigatório enveredar estou maçado.
- mesmo em estudos B sobre a ligação a cumprir chamam-me à atenção para desfeita assume polémica que reclama-me para estou cansado e
- … vai falar com estou desfeito;
- … pela tendência está longe pelo contrário em processo que tudo tem a ver pelo próprio cansando-me.
- … tem a ver com o problema, estou cansado, não vale a pena.
- …empenhadíssimo vai-te ligar com estas duas mil enfado aparecem-me a neutralizar aborrecem-me.
- …modorrar da conspurcada sobretudo consequência aproxima-te e comete a morro de cansaço, pêndulo de vozes a dizerem-me cavaletes de matemática.
- … ergue-te e encara. Repetem. Inscreve-te e vai caçado d’algo e todo o circulo-me profundo abaixo de sem pretensão enrola.
- … há, há, há, existe, há há existe à pressão, há existes-me, há, há por todo o lado existe, há por todo o lado existe por todo o lado, por todo lado há existe à pressão. Rejeita as velhas e ridiculariza as novas rigorosamente há doentia como uns roedores nem motivo.

profundo abaixo sem pretensão de enrola

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Do eucalipto como novo



Sobre doado costura pântano oculto, jura folhas secas, folha semen, folhas húmidas dadas folhas ciclos por doar caminha esse aroma de planura à sombra. Almejarás eclipse face de fé em corgos e pequenos por todo o lado ascende até ao charcos.
Á tília desocultada de presente nesgas por cansaço de pedra perdoámos à frente como outras pedras ainda mais quando penumbra, doadas à nascente por galhofa de fonte e bebemos pequenos por todo o lado perdoando eclipse do eucalipto como novo.

eclipse face à fé em corgos

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Eia, o tio esteve na Torre Eif


(Eu sei,
eu sei
que és a mais linda portuguesa
com quem eu)

"A minha vida nós já esstive na torre eifel
Desculpa lá mas lá eu em cima
Rimos a até a kk já teve na tprre eifel
Eles não estiveste porq na torre de pisa
Tor epfell e tu não céu mais alta na torre f
Um homem! na torre eifp espectacular,
Deste art cá em baixo du esteve na torr eifeel
Até ou estive na torre eifeee a olhá-lla de lá

Há quem diga que é mais de ner d gulas
Ganha-se n torrêfel na torr e tem se está lá
Todos veem na torre eifel, nem nada
comeste há torre eilfel que de sai de lá
Como já se milhões é lá em cima, no topo que já se viu
Em Franc como se sabe."

Que está aonde na cozinha,
Donde a estante estando.
Onde está a estante?
A estante, Francisco?
Onde está a estante?

(Eu sei,
eu sei
que és a mais linda portuguesa
com quem eu)

Onde está a estante?

A estante, Francisco?

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Não sai da minha cabeça, está tecido


A perceito, será na quarta-feira, fomos tirar medidas ao tecidos, supostamente ou eles a perceit, será nas quartas-feiras, fomos medir os tecidos, suposta ela seremos na quarta, foi tirar medidas ao tecidos, supostamente não sai da minha cabeça, não sai, não tiro da minha cabeça saio a percei, seríamos na quarta-feira, fui dar medidas aos tecidos, supostamente tirar medidas ao tecidos, ou a perceito delas tecer na quarta-feira, vamos medir à tecida tiro da minha cabeça, supostamente fomos tirar medidas aos tecidos e ela à quartas-feiras vai dar medidas a tecidos, supõe na mesma quarta à feira ou ela fomos postas ao tcidos trar midas, supostamente a ela, na quarta-feira, irei tirar medidas ao tecido, supostamente, não tiro da minha, não sai na mínima supostamente eu será na quarta medir tecidos supondo feiras naquela à quarta-feira, está tecido na minha cabeça, vai tecendo a medir quartas ao perceito, a dar medidas à tecidos, a elas tecerem feiras suponho na quarta cabeça e um tiro na minha: ESTÁ TECIDO NA MINHA CABEÇA.

nunca sai da mínima, supostamente nem tiro da minha

sábado, 24 de maio de 2008

Uma frase amarela

Uma frase amarela, sem ser preciso referir “limão”, no último exemplo:

A elege já de inquieto foge tagarela ainda mais.”


Último exemplo de amarelo, já .

domingo, 18 de maio de 2008

Custando a existir de tanto

Põe a gabardina
aperto quente, meia volta à parte de ânsia que faltou.
É claro que há reservas mas eles riram-se quando me sentei a tocar ao piano.
2) Notícia.
A gabardina compensa mas o cabelo cresce, cresce,
cresce e não é preciso viver nas suas colo
CAÍ, MÃE…
Sem música não dá em atenção de alguma forma, como evocaríeis percebesse durante sempre no anónimo sobre muitos espelhos sozinho exigente e o acontecer sobre muitos espelhos sozinho a tentar mais longas uma semana a pensar, sobre muitos espelhos sozinho não conseguem e podem ferir ou podem não chagar, sobre muitos espelhos que sozinho põem em prática e tivésseis razão. Resolve-se como abaixo começar outras sobre tensão de crescer espelhos, caso a caso, sozinho a muito mais do acontecer, não resolve sobre muitos espelhos inocentemente mais aberto e mais, nada que fique simples o que real adquire não tento espelhos sobre dos últimos frios e pobre concepção-pesar, digo, juntar-te executando-nos dominar-te, digo, imensos espelhos que não é preciso cumprir passo a passo sempre a mesma história, a mesma tecla como eles se riram quando me sentei ao piano a tocar desde o zero todo o confusões de arremesso e tipos de eus preferíveis sobre espelhos, sobre espelhos, acaba sobre estilhaços, sobre estilhaços, sobre estilhaços, sabemos fazer amor sabemos fazer ambos sabendo reduzido percebe sinceramente maior mais reduzido, fracção de mim faça-se não tem esse lentamente sobre gigante caos custava a tocar, custando a existir de tanto.

Arremessos e tipos de eus preferíveis na foz do monólogo.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

? Sonheces pólen de ódio

Sem portas de liberta dissimulação
fagulhas de cometa delinquente sem sonho criais-nos arrogância/
fagulhas de bala operante com ranho oprimimos-te decência.
Camufla abaixo da arreda caixões e chicoteadas
permanentemente que
a pausa do abrupto
agarrado ao pescoço vingativa se debruça já aguda.
Sempre que ali ao grampo coalhámos
atravessando em porta de todos o sonhemente aflige
irá marca mental putrefacta dO Minguado (Ele mesmo)
nossa precioso drama
com voz gutural:
Gralha nessa Bíblia fétida que tens mau por visionária descarga.”
Assim que o vejo
jaz de habituais volumes me fel.

Tormentos além pelos dependurados no pólen de ódio
e vara-lhe grotescas facas de visco
em campos depurados. Perniciosa ordem
gravada a esse tipo de violência,
eu luto
tido como bala cadente com mel, aprisionando evidência.

Sonhecimento com pólen de ódio (entristece-me).

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Sê de cão


Começa por aqui (faça-se um gesto dirigido ao Sol)
Como estes providos
Ser Ç
Ç .
Ç
Sem Ser outra quase-me, ao desolado cume do erro.
Solitário ocupante sua graça demasiado simplesmente.
Chora por curta adentro zénite do cerro
Tendes Ç a escorrer pela boca assim que corta a jaula vertical,
Oh I’m sorry!
contrai-me cão às pintas por miolos a montante
Como Ç’s por todo o lado
Contorcidos de arrependimento,
E colhi o telhado singelo, para o cego castiçal abocanhado.

Ser soberba três em escadaria
Sobe água atada a um vaso inclinado
Água dobrada o conhecente miolo explosivo de curiosidade
Sobre quê?
Sobre Ç, caralho!
Escorrendo ainda mais à excelsa escória
Pelas superfície do crânio,
Quase, quase desejo em rio cara abaixo,
E ninguém Ç
Ou apanha um crime com uma pinça
Extrai-o pela ranhura o ser;
Acorda por perseguir miolos em crânio a jusante,
minuciosamente rijo a pontos que
nada muda a não ser a menina a brincar além ao fundo.
A chave está atada à escadaria, só depois é que!
Atásseis como prova C do profundo
O crime que salva os miúdos que queríeis provar mais cedo do que pensas,
Ou,
sendo cão, (faça-se um gesto dirigido ao Sol)
sê também o dito pelo não dito.

Sem Ser outra quase-me

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Entra.

Emotiva o diariamente com cutelo do regime confia. Em opostos sim que reza o dom e fruto sobre que incendiásseis. Reinsere habilitada devasta a inseminação da centelha ao ponto ao máximo controlado de castelo a quem velando teve acesso aos filhos.
- Comove-me rir em si.
- É como pão-deleite para o céu.

A insubordinação regride ao sim abertamente. Seria como pão-de-sê-lo para as mãos se isso materializa subisse ao ritmo:
- Atrai desenvolver.
- Deixai estravagar a grande optimamente.
- Atrai desenvolver.
- Atrai desenvolver digo apropriar desejos.
- Atrai desenvolver.
- Atrai desenvolve que é sua.
- Atrai desenvolver.- Atrai desenvolver de uno deixá-la-os emprenhar.
- Atrai desenvolver.- Atrai desenvolto que se criássemos bebés de quase impossível.
- Atrai de salivar.
Atraímos pró-gume do serem dois para dois como pão-de-mina às bocas e pazes. Tanto cinzentismo eram as mãos. Tanto velar pendiam nãos! Só o soco de papel acena e olha a plebe como se estivessem nus. Ainda hoje aconteceu augusta a exseminação ao velejar nos espacejamentos do leite:
- Atrai desenvolver.- As margens dão para velejar como depende um bocadinho.
- Atrai desenvolver.
- Atrai velejar que acenos persegue as páginas.
- Atrai desejei.
- Atrai velejar com que velas passassem às viagens.
- Atrai Deus desejei.
- Atrai viajaremos fortemente que verde se prossiga.
- Atrai velejemos.
- Atrai a luta hipercantada “sim” inflama tributo que se expande e aplaude.
- Entrai Deus velaremos.




atrai velejar digo apropriar desejos

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Musa 'g

E os mais apetecíveis (esta hora parece c) rapidamente ao maior número de renig.' possível. Ou atrevendo-nos especificai que recupera-me plenamente!
Foi isso que falaríeis de abstruso “make love, take good kare”---
Nem nos jamais, nem de fora uma esfíngica de dentro com vozes nos una.
Para a frente não dá para fazer para a frente não dá para fazer pára atrai às escuras sete minutos de modo que fique mais um pouco contigo. Nem nada na boca que fique nas bocas. São boas, esses soberbo sins…
Eu lembro-me de tudo.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

é assim!

É assim que eu vos falarei quando morrer
cada palavra é um presságio
cada palavra é uma história
uma exorbitância

este início fosse ou nunca

Aproxima do círculo a meio duvisosa.
O princípio da vida e túmulos que não temos de arraçada aproximados, celebração da mais que tardia puta. Faltas que a partir de azeite, aceite e outras que-me lugar é este da celebração mais que passadiça-
Que lugar é este?
Que logro é este?
Que largo é este?

Que lugar é esse?
Que logro é aquele?

Que lugar é este?
Que largo é ali?
Que lodo é além?

Que lugar é este?
Que falta é aqui?
Onde está a prática de estavas lá atrás? Este era um fundo, o mais comum da vida e talhado como patas e te satisfazes na criança, sempre. Este é o início da mesma, viradas… este é haver corpo retendo, estando, ficando
este era sempre para aqui;
este espera;
este pára

este

este é medrosa que vamos falar o cálice está no sacrário;
este é virados;
este início fosse ou nunca;
este justifica aquilo e foi apressado qual é?
este é dos grandes argumentos do chão!
este intervalo parece Inverno em ré que acaba em ré.

O eu é este.
O eu se pudesse falar é este.
Se pudéssemos para sempre tanto faz ser agora
demora é decora-te em Deus a três quartos e fosseis à morte a partir daí;
não conjuga cartas por muitos puta que aceite e outras que eles sejam coisa
(a influência da tua infância pelo meio foi seio);
por isso dobrai o fácil no mesmo sítio que lugar é este?
A reter não interessa-me doutras ao que parece deixar,
por isso dobrai o que tentámos dizer às dúbias em choro:

Que lugar é sempre?
Que largo é sempre
Que lodo é sempre?
Que chocolate é sempre?
Que logro é sempre?
Que réstia é sempre?

Que lugar é sempre?
Que conotação é esta?
Que lugar a oitava acima é sempre?

Restava apenas este ou o início fosse nunca

domingo, 4 de novembro de 2007

carregar de boca


Coração que peito, ponto amor, nesses lábios valha-nos por alfinetadas quando cantam.
Como ser pertíssimo.
Como livre pátio de xailes a melódica arcada de voz.
Tu, boca, tudo mandareis em sobre de ferro começaste no
invento do leve-carregado
tantos, tantos, tantos,
Ninguém pode houvesse quaisquer almas
salmoura e poetas contente troco dos surdos ao fado, ou que confessassem
A seu lacrimejantes aperto porque se diz
Uma paisagem que costuremos a vida não estivessem singelas.”

Como meros glosa solo então não houvera como somos cantados.
De boca em boca,
velhinho olhar que mais para casario ou ao volante como se incomodasse a fugidia ao alto,
desventura nunca gemem por isso uma guitarra fatalista.
Ali à baixa quando o vento de povo
a tarde aprende a ser concha à noite semi-cheia de vozes e palmas.

Julho/ Agosto de 2007

pertíssimo começaste a lacrimejantes

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Indeprimível sulco


Há uma mole de costas
que velará respiradas
a brisa com um pêndulo lá aborrecido de ares
a passearmo-nos.
E que tal tu, lendária rocha corroída,
com toda a espécie de poemas românticos
a fazerem de luar ao Sol,
a salvarem gaivotas de voadores
a deprimir a inquietude de espumas!
Só que está aí cheiro de oceano a ter-me os tais como somos nunca dantes,
ou sempre assim fresco mo queríeis:
a preguiça primitiva,
o desperdício da sucessivamente;
Ficar por ficar,
a indolência que está por detrás da extinção dos azuis,
animando, para já,
o céu desocupado de aurora
e seu misterioso sulco.

Ago 2007
desperdício da sucessivamente

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Preia-mar

uma levíssima por aqueles cabelos ao rés
baralha e abala
um baldinho a pino irá
enquanto as conchas ainda conseguem ali
após salgadas, virás
a vaga horizontou e desagua-lhe afinal irás,
virás espumaral desfigur asseia;
espu somente costa de barcos ~ ~ as costas em;
sentimen
senti-me-te de fundo preia-bóia, preia-amarra a embrenhar-me de solarengado e mole de tarde.

~ ~
Em surto agora:
(esta é a onda que guardaríeis para sempre) - o frio eférreo atrevido acima irra
alastra e recua,
balbuciantemente pedrículas numa prece de chão furtivo
sem ossos dos pés
batalha e repete
nas rochas que ainda conseguem ali
e a orla com a minha cabeças a rebolarem,
balelas e balelas,
nadando-lhes sem a sensação de próximo.

Cabeças a rebolarem sem a sensação de próximo

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Agá maiúsculo de costela apazigua


Pelo trela de ordem Darwin Deu será mas?
Denuncia terra nunca ou macieiras de costela (à eucarística) dão-nos pela inumérica duma d’Eva derrogada. Qual nunca obra quem sabe o primeiro. Qual lado a lado sem deter mares ou tentaríeis acreditar o desconhecido piamente começo.
Não que conste,
mais morto eventualmente no mesmo sítio,
ou buscável ossatura
em cerimónia de guelras à rara primata:
isso pelo meio dos um teórica abaixo não sei como derroimento aquando três dias feito pela densidão-prima, atentos ao terceiro maçã.
Como se escreveu a contaminarmo-nos:
ele aquilo de acoisada cobra acabará dita Serpens.
Não seriam disto
como fica
dá reza fleuma de carimbo vitalício à criação boçal,
conseguimos carregando tese
nem dita Sapiens, nem jamais milagrosa.

que conste morta à rara densidão-prima

terça-feira, 26 de junho de 2007

Pelo irrepetível de novos répteis


Mas que luminosidade.
Aos luxo que lesa bocados e acenos num sentido de pele. Pelo H.E.P.T.B.D. habilitamos as espectro por turnos de borracha despejada – estrangulemos melhores excepto.
No progresso de tubos,
cada vez mais cada arremesso,
arranha o possível num granulado etc. rápido, etc. etc.
Urge no espaço, incapaz de cá,
trindade geradora se as pessoas lá ninguém sabe:
da cura há sorte, gatafunhos-náusea nasce como depressa acaba ex-vezes.
Nessa razão,
de onde também nascerás,
coincide com N ninguéns acrescidos à reza caprichosa.
Não queremos a taça do creme de la creme se um recado apraz outra pelo despegamento de dúvidas de la dúbia a furar pleno derrame… Nesse fim,
nesse fim dá-me Inversão e passeia-me por um álbum de calmas.

coincide com N ninguéns com o despegamento da dúvida

Um hino lota só que alguns

À lugar onde inquietas vagar, entra junto dos espalhados

Aos buscados ter alento sorverão a idade com pálidas de pisar
febres e fúrias; aos puros desenveredai o mau cheiro de pedras pelo espécimen dos novos bocados.
Aos corpos, já coesa, fixamos pavor sua alargada de espalhados,
e Anjos verdejante a contar-te tão crus viera duzentos má suspeita,
nem prudência, nem semimortos pinguem de coalhada fugida.
Corvos nefando os escusados, bem saímos dar, bem podes demasia pacientes,
bem poderíamos dar por falta do núcleo deles.
Formosíssima ruína aconchegará o lance de fazer às outras um caminho de nãos.
Será fácil crer quão guiados pôs o chão no chamado deleite e quererdes logo regressar.

O alcance de ficar cego por alta barganha;
a firme moleza de poderes, marra ávidos
como que apraz erros que mais mingua no meio dos inumanos de onde só pôde sobressair um gaiato a sorver um Capri-sonne.
Mostrar-lhe-ás um tão há-de glória, pendidos que estão orvalho às amontoadas
dura amedronta brandos, postas de falar o “…fértil brasão suas ervas obedecerá!”.Parabéns se somas domam parte das rapinas, das réstias, tragédias, mentira, re…
Parabéns ao silêncio que se aproveita de caudais de dedos secretos, discorrendo-nos ainda mais bruscos por indiscernimentos e multiplicações.

Já adormecido ajude em memória às postas fraudes reduzida em festim dos espalhados.
Mesmo assim, exaurida, escolheremos afoita a própria ventania,
risonhos soprados,
qual emenda,
os remoinhos a pouco e pouco mais afastados sem que me restaurem, ainda assim áspera, os tais socorros e clamores desconhecidos.

discorrendo-nos ainda mais bruscos por indiscernimentos e multiplicações

Ruas inquietas a descoberto, dia extenuado do ano duzentos e dorme.

A LAVRAR FRACASSOS NA ÚLTIMA TOALHA DE SEMPRE

  … os dias já sobram mesmo sem lupa e tenho a pergunta dum pé: Que mutilação inevitável salvará o mundo? A mão responde:  O Sol mandou-te a...