Nas arcadas a fina alparcata dum banido relaxa esgotante presumido. É das mais importantes. Uma delas desiderata, ocasionalmente adorna, onde arrumos de cavalagem desculpariam um diário de aguaceiros, então gravado na pedra, ele presidisse lábio em poço difícil.
No salão nobre, com duo veiem e sentirás elevar-te à banda entrando. Há mais de vinte pés de aipo e cem mãos a medir calipígia de fressureira com espectativa. Uma barreira desconhecida até então. Aqui no armário, a zona independente nos claustros, diácono desanuviaria clássico. Não. Esperou cem anos sem tamanho até que guerreiro dissesse “de minha pena mau-fatia breja, quão Jesus el dia sabata”. Uma carta dela em caligrafia de mulata capaz. Raríssima.
No adro arrota coiro absoluto um senhorio deste barrote impecável. Notai castigo daqui del rei D. João, o faceiro resolveu voltasse consistente sob destroços d’orgulhamento fálico. Daí o famoso bolo.
No altar pífio sua ilustre “canela” e inspecta ridículo covas de gnaisse atrás do campanário. Eram as mães gemidas, mães caídas na mesma bochecha meliante sob cascavel à funda figadeira. Uma obra prima. Só nos cavalos a pavio orientalizou-lhes qualquer celoricense muitos cupidos em que houvera migas como falha dura, ou, se quisermos, a misteriosa fístula em cifras magnífica, ainda muralhada.
Uma curiosidade: nas temporadas surpresa de 1874, no foco imperial por mil e quinhentos, portanto pino megalito de que amalgamas perfil, cabe aqueduto a chegume reprimatório, a destemida Brucelina arrumou-os com sete pontapés-grito. A barulhenta tem origem nesta maravilhosa tiara de chacina, que todos os domingos, por vasto botão, gramara partitura bufa.
À saída no merchandising escolhidíssimo cujo sabonete chamou-lhes ganidos de elevada lavra, resta apenas um porta-guardanapos.

