sexta-feira, 24 de outubro de 2025

NO AMENDOADO MUSEU

Nas arcadas a fina alparcata dum banido relaxa esgotante presumido. É das mais importantes. Uma delas desiderata, ocasionalmente adorna, onde arrumos de cavalagem desculpariam um diário de aguaceiros, então gravado na pedra, ele presidisse lábio em poço difícil. 


No salão nobre, com duo veiem e sentirás elevar-te à banda entrando. Há mais de vinte pés de aipo e cem mãos a medir calipígia de fressureira com espectativa. Uma barreira desconhecida até então. Aqui no armário, a zona independente nos claustros, diácono desanuviaria clássico. Não. Esperou cem anos sem tamanho até que guerreiro dissesse “de minha pena mau-fatia breja, quão Jesus el dia sabata”. Uma carta dela em caligrafia de mulata capaz. Raríssima.

No adro arrota coiro absoluto um senhorio deste barrote impecável. Notai castigo daqui del rei D. João, o faceiro resolveu voltasse consistente sob destroços d’orgulhamento fálico. Daí o famoso bolo.

No altar pífio sua ilustre “canela” e inspecta ridículo covas de gnaisse atrás do campanário. Eram as mães gemidas, mães caídas na mesma bochecha meliante sob cascavel à funda figadeira. Uma obra prima. Só nos cavalos a pavio orientalizou-lhes qualquer celoricense muitos cupidos em que houvera migas como falha dura, ou, se quisermos, a misteriosa fístula em cifras magnífica, ainda muralhada.

Uma curiosidade: nas temporadas surpresa de 1874, no foco imperial por mil e quinhentos, portanto pino megalito de que amalgamas perfil, cabe aqueduto a chegume reprimatório, a destemida Brucelina arrumou-os com sete pontapés-grito. A barulhenta tem origem nesta maravilhosa tiara de chacina, que todos os domingos, por vasto botão, gramara partitura bufa.


À saída no merchandising escolhidíssimo cujo sabonete chamou-lhes ganidos de elevada lavra, resta apenas um porta-guardanapos.


Quando amalgamas perfil no reprimatório.


domingo, 5 de outubro de 2025

DUM DESENGANADOR

ontens é dia e noite! 
É dia e noite averno a introvertido espinho 

e punta-se um para o fundo.

A mocidade num salto de semi-filhó foi a formalidade do vácuo. 

Concreto nem quem vago.

nem cascavel, nem uiva vagueação de matreiro espacejado, 

nem reassegurável unto,

nem olhos dum pontapé engomado jamaisiando na mesma jaula,

nem rape-os pra ter, pra ter

sem safa… nem roe esmagado.

Vem comigo.hoje.

sem dia sem noite

Eu salvo-te do plano dígrafo quando sai da boca desufocada

mais com calor feliz neste preferidor inventado por mim

Há uma sequência imperial de primaveras ocultas

onde cartitas hidratam sonhos de semi-maníaco

em que o mínimo dum alguidar para te beijar o Tejo

haja aquele aroma das laranjeiras

para te beijar o Douro

Hoje vira papoila a começar férias abissais.

revejo com primazia do amor no Sul

está tudo por explorar

está tudo por preferir

A velhice num salto diluente é a culminância maciça

Tu.eu.tenho.te.a.corrermos.por.colinas

muito viramos a gema da seara, chegaremos ao cume da eira   

e as sardinhas deixam-me acordar

pois a eira acaba-nos ao vento,

é para isto que vivemos.


Um salto diluente de Carlotas ocultas



A LAVRAR FRACASSOS NA ÚLTIMA TOALHA DE SEMPRE

  … os dias já sobram mesmo sem lupa e tenho a pergunta dum pé: Que mutilação inevitável salvará o mundo? A mão responde:  O Sol mandou-te a...