sexta-feira, 6 de junho de 2025

POUSE FONTE SOBRE RESMAS

Só te tenho a dizer uma coisa (espero que gostes): Por Garvão fiou-lhes palato isto dos poedeiros* seu nono bajulava gala à estreitas.


* duma poederia onde colarinho parece frangos e enfrenta imperfeição de Deus ou acordeão desgraçado. Sabe-se de fonte segura que volve orgulho brando, perfilha 0,5Yç, mal despache** estima o põe. Despacha mal curado só a pilhar fora flor. 


** Yç de mau registo, medidos papillon ao coito, Substituí por um órgão (eu poria Hammond) e retenta nova métrica com buzinação**3. Melhor fogem dali, fora careta de súbito marreco animadíssimo. No emparelhamento imensurável Yç disturba visitante desses.


**3 repentinamente comenta desenhitos*5.


*5(5)  designado suspeitura monda conspiração, vaste tangente com gola e nem sabes ver, nem sabes gaseados acorde em pose decathlon sobre resmas*+8K.


*+8Ksabes disso*JJ — Fico muito content— desse Vaselinn*’?=⃤⃣ pioneiro da mica não Mica se é desta, agora é que é, agora é MICA Ralh!raid. quando achas que já sabes tudo.


*JJ- *?=Ttt Content Burg. T—u sǝqɐs do que estou a falar*?


*’?Prust. ➤ Ting.  Muto cointentƎ.✊— Mas raios, não é isso que eu queria dizer.

Obrigado pela atenção.

Quando achas que já sabes tudo.





segunda-feira, 2 de junho de 2025

ALGUMES

Poderei eu escrever sem ter nada para dizer? Alguma vez tentarei, mas não é hoje por força de muitos algumas, Tobias já mentiu tudo algumos e eu nada. O bradar áspera o seu socorro e agora é impossível argumentá-lo. 

Poderei eu escrever carpete, ou por alma minimizada a jus de algofónico, pra lá de mim a rastejar, nem sonhe apenas massa inerte de torneiras despojado? No sótão rapa-se factos. Nem desde pequenino desidrata retórica. Descrever a janela sem dizer algum mas, ou algo assim, quiçá gumes de sempre à cidade… mas os pássaros não levam essa alusão a sério. Poderei eu contra-sal? 

alguma sexta jorra? 

algo maria joga coitadito?  

alguma às vezes pré-pudera? 

mania dalgum vácuo? algoento-o? algorrisse?

Poderei eu varrer calado? Penduro-lhes o assobio e os lençois panejam. Até que arrasto o sumo e pioram.

Mastodalgo não alego no hall. Posso escrvr d’d ler e engeito o que logodigo, aliás, nadadigo escoltando as paredes. Bemdirei grávidas híbridas da falácia à dissência,  fosse verborreia daquela beiça mesmo citasse tagarela aflita com vasta prantação.

Foges e não sabes partir, nem saberias zurrar entre bárbaros. 

desencante-se a penetração mental. 

As portas estão fechadas, Não quero ouvir mais pontuação 

Desliga o aspirador e circulai bem nalgo limpíssimo.

Anda cá.

Vá.

Anda cá.

Há desalgos de nãodizer algumes por aqui.

Às vezes pré-pudera?





A LAVRAR FRACASSOS NA ÚLTIMA TOALHA DE SEMPRE

  … os dias já sobram mesmo sem lupa e tenho a pergunta dum pé: Que mutilação inevitável salvará o mundo? A mão responde:  O Sol mandou-te a...