domingo, 4 de novembro de 2007

carregar de boca


Coração que peito, ponto amor, nesses lábios valha-nos por alfinetadas quando cantam.
Como ser pertíssimo.
Como livre pátio de xailes a melódica arcada de voz.
Tu, boca, tudo mandareis em sobre de ferro começaste no
invento do leve-carregado
tantos, tantos, tantos,
Ninguém pode houvesse quaisquer almas
salmoura e poetas contente troco dos surdos ao fado, ou que confessassem
A seu lacrimejantes aperto porque se diz
Uma paisagem que costuremos a vida não estivessem singelas.”

Como meros glosa solo então não houvera como somos cantados.
De boca em boca,
velhinho olhar que mais para casario ou ao volante como se incomodasse a fugidia ao alto,
desventura nunca gemem por isso uma guitarra fatalista.
Ali à baixa quando o vento de povo
a tarde aprende a ser concha à noite semi-cheia de vozes e palmas.

Julho/ Agosto de 2007

pertíssimo começaste a lacrimejantes

A LAVRAR FRACASSOS NA ÚLTIMA TOALHA DE SEMPRE

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